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sábado, 22 de abril de 2017

Rebelião na delegacia de Arapoti passa de 18 horas

 Motim teve início por volta das 17h de sexta (21) quando agente começa a servir as marmitas do jantar (Foto: Voz do Povo Arapoti)
Segurança na delegacia de Arapoti foi reforçada durante toda a noite; polícia não informa sobre fugas (Foto: Bruna Pauluk Ramos/Arquivo Pessoal

     

A rebelião na carceragem da delegacia de Arapoti, na região dos Campos Gerais
do Paraná, já passa de 18 horas. Segundo a polícia, o grupo iniciou o motim
por volta das 17h de sexta-feira (21) após fazerem um agente carcerário refém.

Eles reclamam da superlotação da unidade, que foi projetada para abrigar 24
 pessoas mas conta, atualmente, com 76 presos, e pedem a transferência
dos detentos já condenados.

Conforme a polícia, os detentos romperam o cadeado de uma das celas e renderam
 o agente com uma barra de ferro afiada quando ele entrava na carceragem
para entregar as marmitas do jantar.

As negociações se estendem desde as 19h30 e é feita por policiais militares e civis

de Irati, com apoio de investigadores de Wenceslau Braz, Ponta Grossa e Jaguariaíva
 e represenantes do Departamento Penitenciário (Depen-PR).

O presidente do Conselho de Segurança, Eduardo Chaowiche, informou que
os presos exigem a presença de um juiz, de um promotor e da imprensa para concluírem 
as negociações e encerrarem a rebelião.

Desde o início da rebelião, a movimentação de parentes de presos em frente
à delegacia é grande. Eles buscam informações sobre os detentos. De acordo com
os investigadores, os presos passaram a noite em silêncio e o agente não foi ferido.

Até o início da manhã deste sábado (22), não havia sido registrada nenhuma fuga. 
A estrutura da cadeia não foi danificada.



Movimentação de pessoas em busca de informações sobre familiares presos é grande desde o início da rebelião (Foto: Voz do Povo Arapoti) Com informações G1

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