terça-feira, 30 de novembro de 2010
Traficantes do Rio de Janeiro podem fugir para o Paraná, alerta Del. Franchischini
TRAFICANTES DO RIO DE JANEIRO PODEM FUGIR PARA O PARANÁ
"A Secretaria de Segurança Pública do Paraná deve urgentemente tomar medidas preventivas contra a possível fuga de traficantes de drogas do Rio de Janeiro para outros locais, principalmente o Paraná e o Paraguai" diz o Delegado Fernando Francischini, Deputado Federal eleito.
Obtendo informações estratégicas das Forças de combate ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro, como o nome dos principais procurados pela polícia que estão com mandado de prisão expedidos e a identificação de veículos suspeitos. A Polícia Rodoviária Estadual poderia se integrar a Polícia Rodoviária Federal para fiscalizar passageiros e vistoriar carros e ônibus oriundos do Rio de Janeiro e São Paulo.
Por outro lado, os setores de Inteligência das Polícias Civil e Militar deveriam também se integrar a Polícia Federal para auxiliar no controle e patrulhamento da região de fronteira, principalmente as cidades de Foz do Iguaçu e Guaíra, bem como o Lago de Itaipu que fornece várias passagens seguras para o Paraguai.
Fonte: Del.Francischini e Assessoria (Kharime Saborido)
Empresas italianas investirão R$ 90 milhões no Paraná
Beto Richa recebeu grupo de empresários italianos que pretende instalar três novas empresas no Paraná a partir de 2011.
O governador eleito Beto Richa recebeu nesta segunda-feira (29) um grupo de empresários italianos que pretende instalar três novas empresas no Paraná a partir de 2011. Os investimentos, que somam R$ 90 milhões, devem criar 200 empregos diretos. “Nos últimos anos, muitas empresas deixaram de procurar o Paraná, por falta de apoio e até de segurança jurídica. Agora vamos mudar o paradigma do Estado e dar início ao um novo tempo, com espaço para parcerias e para aumentar a geração de riqueza no Estado”, disse Richa.
Uma das empresas, a RW Panel, deve se instalar na Região Metropolitana de Curitiba e trará ao Brasil uma nova tecnologia de produção de painéis em aço e lã de rocha para construção de casas populares. “O projeto traz casas com isolamento acústico e térmico, com garantia de 30 anos e preço semelhante ao das casas populares feitas no Brasil”, explicou Roberto Stracquadanio, diretor da empresa. A intenção é produzir 1,2 milhão de metros quadrados de painéis por ano, com um investimento de R$ 25 milhões.
A empresa Carlo Manzella iniciou estudos para produzir polpa e derivados do tomate no Norte do Paraná. Os municípios de Faxinal, Cruzmaltina, Borrazópolis e Grandes Rios podem receber o empreendimento. O investimento será de aproximadamente R$ 15 milhões.
Um terceiro empreendimento é para instalação de uma plataforma integrada para reciclar 30 mil toneladas por ano de materiais como pneus, resíduos eletroeletrônicos (computadores, geladeiras etc), lâmpadas e outros objetos. A unidade ficará pronta em uma a dois anos e terá investimento de R$ 50 milhões.
O governador eleito Beto Richa recebeu nesta segunda-feira (29) um grupo de empresários italianos que pretende instalar três novas empresas no Paraná a partir de 2011. Os investimentos, que somam R$ 90 milhões, devem criar 200 empregos diretos. “Nos últimos anos, muitas empresas deixaram de procurar o Paraná, por falta de apoio e até de segurança jurídica. Agora vamos mudar o paradigma do Estado e dar início ao um novo tempo, com espaço para parcerias e para aumentar a geração de riqueza no Estado”, disse Richa.
Uma das empresas, a RW Panel, deve se instalar na Região Metropolitana de Curitiba e trará ao Brasil uma nova tecnologia de produção de painéis em aço e lã de rocha para construção de casas populares. “O projeto traz casas com isolamento acústico e térmico, com garantia de 30 anos e preço semelhante ao das casas populares feitas no Brasil”, explicou Roberto Stracquadanio, diretor da empresa. A intenção é produzir 1,2 milhão de metros quadrados de painéis por ano, com um investimento de R$ 25 milhões.
A empresa Carlo Manzella iniciou estudos para produzir polpa e derivados do tomate no Norte do Paraná. Os municípios de Faxinal, Cruzmaltina, Borrazópolis e Grandes Rios podem receber o empreendimento. O investimento será de aproximadamente R$ 15 milhões.
Um terceiro empreendimento é para instalação de uma plataforma integrada para reciclar 30 mil toneladas por ano de materiais como pneus, resíduos eletroeletrônicos (computadores, geladeiras etc), lâmpadas e outros objetos. A unidade ficará pronta em uma a dois anos e terá investimento de R$ 50 milhões.
Beto Richa anuncia integrantes da equipe de governo
O governador eleito Beto Richa anunciou nesta terça-feira (30) os nomes de nove integrantes da equipe de governo.
O governador eleito Beto Richa anunciou nesta terça-feira (30) os nomes de nove integrantes da equipe de governo. Durval Amaral será o secretário-chefe da Casa Civil, Ivan Bonilha será o Procurador Geral do Estado, Luiz Carlos Hauly será o secretário de Estado da Fazenda, Luiz Eduardo Sebastiani, secretário da Administração, Michele Caputo Neto será o Secretário da Saúde e José Richa Filho assumirá a nova Secretaria de Infraestrutura e Logística, que vai integrar as secretarias de Transportes e Obras.
Fernando Ghignone será o diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Lindolfo Zimmer será o diretor-presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel) e Mounir Chaowiche, diretor-presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar).
VEJA A GALERIA DE FOTOS DOS SECRETÁRIOS : http://migre.me/2BGKC
Os nove se somam a Flávio Arns, vice-governador eleito, já confirmado por Richa na Secretaria da Educação.
“São nomes que preenchem integralmente os critérios de competência técnica, integridade pessoal e capacidade para o diálogo, que estabelecemos para formação de nossa equipe de governo”, afirmou Richa. “A integração das secretarias de Transportes e Obras atende ao objetivo de dar mais eficiência à gestão pública.”
SECRETÁRIOS ANUNCIADOS POR BETO RICHA
Durval Amaral — CASA CIVIL
Advogado, foi professor de Direito Público na Universidade Estadual de Londrina, vereador e vice-prefeito de Cambé, chefe de Gabinete da Secretaria de Estado da Fazenda, consultor Técnico da Secretaria de Estado da Fazenda, secretário de Estado do Trabalho e Ação Social (1992 a 1994) e presidente do Conselho Estadual da Criança e Adolescente. Em 1990, foi eleito deputado estadual e, desde então, reeleito sucessivamente. Natural de Londrina, tem 51 anos.
Fernando Ghignone — SANEPAR
Formado em Administração de Empresas pela Faculdade de Administração e Economia da Universidade Católica do Paraná. Foi Secretario da Cultura, Esporte e Turismo do Estado do Paraná (1983-1986), secretário de Atividades Sócio Culturais do Ministério da Cultura (1986). Presidente da Embrafilme S.A. (1987-1988) e secretário Municipal de Comunicação Social de Curitiba (2005). É diretor de Transportes da URBS S.A., em Curitiba. Natural de Curitiba, tem 60 anos.
Flávio Arns — EDUCAÇÃO
Vice-governador eleito, Flávio Arns é formado em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Mestre em Letras pela UFPR e Ph.D. em Lingüística, pela Universidade Northwestern, EUA. Foi eleito deputado federal em 1991, reelegeu-se em 1994 e 1998. Em 2002, elegeu-se senador e, no Senado, foi presidência da Comissão de Educação, Cultura e Esporte e da Subcomissão da Pessoa com Deficiência. Natural de Curitiba, tem 60 anos.
Ivan Bonilha — PGE
Advogado (UFPR 1989), mestre em Direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Foi conselheiro estadual da OAB/PR e membro consultor da Comissão de Assuntos Legislativos do Conselho Federal da OAB. Ex-Procurador Geral do Município de Curitiba, integrou o conselho do Instituto dos Advogados do Paraná e foi vice-presidente do Fórum dos Procuradores gerais das capitais. Natural de São Paulo (SP), tem 46 anos.
José Richa Filho — INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA
Engenheiro civil pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, pós-graduado pela Sociedade Paranaense de Ensino e Informática. Foi diretor administrativo e financeiro do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), do Paraná e diretor administrativo-financeiro da Agência de Fomento do Paraná S.A. Foi secretário Municipal de Administração da Prefeitura de Curitiba. Natural de Londrina, tem 46 anos.
Lindolfo Zimmer — COPEL
Engenheiro mecânico e economista (UFPR), com pós-graduação em administração industrial, é servidor público concursado da Copel desde 1965. Foi diretor de Marketing (2000-2003), diretor de Operação (1995-1999), diretor de Engenharia e Construções (1979-1982), presidente do Comitê de Gestão da Copel Telecomunicações e Copel Transmissão, membro do Comitê de Gestão da Copel Geração e Copel Distribuição, gerente da Divisão de Manutenção Mecânica da Diretoria de Operação, gerente da Divisão de Engenharia Mecânica da Diretoria de Engenharia e Construção, entre outros cargos de gerência e direção na empresa. Natural de Canoinhas (SC), tem 68 anos.
Luiz Carlos Hauly — FAZENDA
Formado em Economia e Educação Física pela Universidade Estadual de Londrina, foi vereador e prefeito de Cambé, secretário de Estado da Fazenda (1987 a 1990) e presidente do Conselho de Administração do Banco do Estado do Paraná. Em 1991, foi eleito deputado federal e, desde então, reeleito sucessivamente.Natural de Cambé, tem 60 anos.
Luiz Eduardo Sebastiani — ADMINISTRAÇÃO
Economista graduado pela Universidade Federal do Paraná, cursou mestrado em Teoria Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Foi presidente do Conselho Regional de Economia do Paraná, representante do Paraná no Conselho Federal de Economia e diretor de Transporte da URBS. É secretário municipal de Finanças de Curitiba. Natural de Curitiba, tem 50 anos
Mounir Chaowiche — COHAPAR
Natural de Joaquim Távora, Norte Pioneiro. Administrador de empresas com especialização em consultoria empresarial e gestão pública. Funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal, onde foi gerente e superintendente em diversos municípios do Paraná. Presidiu a Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab), de 2006 a 2010. Natural de Joaquim Távora, tem 49 anos.
Michele Caputo Neto — SAÚDE
Farmacêutico, servidor público da Secretaria de Estado da Saúde desde 1985. Foi chefe de gabinete da Fundação Nacional de Saúde, chefe da Vigilância Sanitária Estadual, diretor geral do Centro de Medicamentos do Paraná e diretor dos Órgãos Produtores de Insumos e Imunobiológicos da Secretaria de Estado da Saúde. No Município de Curitiba, foi duas vezes Secretário Municipal de Saúde. É Secretário Municipal de Assuntos Metropolitanos. Natural de Maringá, tem 48 anos
O governador eleito Beto Richa anunciou nesta terça-feira (30) os nomes de nove integrantes da equipe de governo. Durval Amaral será o secretário-chefe da Casa Civil, Ivan Bonilha será o Procurador Geral do Estado, Luiz Carlos Hauly será o secretário de Estado da Fazenda, Luiz Eduardo Sebastiani, secretário da Administração, Michele Caputo Neto será o Secretário da Saúde e José Richa Filho assumirá a nova Secretaria de Infraestrutura e Logística, que vai integrar as secretarias de Transportes e Obras.
Fernando Ghignone será o diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Lindolfo Zimmer será o diretor-presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel) e Mounir Chaowiche, diretor-presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar).
VEJA A GALERIA DE FOTOS DOS SECRETÁRIOS : http://migre.me/2BGKC
Os nove se somam a Flávio Arns, vice-governador eleito, já confirmado por Richa na Secretaria da Educação.
“São nomes que preenchem integralmente os critérios de competência técnica, integridade pessoal e capacidade para o diálogo, que estabelecemos para formação de nossa equipe de governo”, afirmou Richa. “A integração das secretarias de Transportes e Obras atende ao objetivo de dar mais eficiência à gestão pública.”
SECRETÁRIOS ANUNCIADOS POR BETO RICHA
Durval Amaral — CASA CIVIL
Advogado, foi professor de Direito Público na Universidade Estadual de Londrina, vereador e vice-prefeito de Cambé, chefe de Gabinete da Secretaria de Estado da Fazenda, consultor Técnico da Secretaria de Estado da Fazenda, secretário de Estado do Trabalho e Ação Social (1992 a 1994) e presidente do Conselho Estadual da Criança e Adolescente. Em 1990, foi eleito deputado estadual e, desde então, reeleito sucessivamente. Natural de Londrina, tem 51 anos.
Fernando Ghignone — SANEPAR
Formado em Administração de Empresas pela Faculdade de Administração e Economia da Universidade Católica do Paraná. Foi Secretario da Cultura, Esporte e Turismo do Estado do Paraná (1983-1986), secretário de Atividades Sócio Culturais do Ministério da Cultura (1986). Presidente da Embrafilme S.A. (1987-1988) e secretário Municipal de Comunicação Social de Curitiba (2005). É diretor de Transportes da URBS S.A., em Curitiba. Natural de Curitiba, tem 60 anos.
Flávio Arns — EDUCAÇÃO
Vice-governador eleito, Flávio Arns é formado em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Mestre em Letras pela UFPR e Ph.D. em Lingüística, pela Universidade Northwestern, EUA. Foi eleito deputado federal em 1991, reelegeu-se em 1994 e 1998. Em 2002, elegeu-se senador e, no Senado, foi presidência da Comissão de Educação, Cultura e Esporte e da Subcomissão da Pessoa com Deficiência. Natural de Curitiba, tem 60 anos.
Ivan Bonilha — PGE
Advogado (UFPR 1989), mestre em Direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Foi conselheiro estadual da OAB/PR e membro consultor da Comissão de Assuntos Legislativos do Conselho Federal da OAB. Ex-Procurador Geral do Município de Curitiba, integrou o conselho do Instituto dos Advogados do Paraná e foi vice-presidente do Fórum dos Procuradores gerais das capitais. Natural de São Paulo (SP), tem 46 anos.
José Richa Filho — INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA
Engenheiro civil pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, pós-graduado pela Sociedade Paranaense de Ensino e Informática. Foi diretor administrativo e financeiro do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), do Paraná e diretor administrativo-financeiro da Agência de Fomento do Paraná S.A. Foi secretário Municipal de Administração da Prefeitura de Curitiba. Natural de Londrina, tem 46 anos.
Lindolfo Zimmer — COPEL
Engenheiro mecânico e economista (UFPR), com pós-graduação em administração industrial, é servidor público concursado da Copel desde 1965. Foi diretor de Marketing (2000-2003), diretor de Operação (1995-1999), diretor de Engenharia e Construções (1979-1982), presidente do Comitê de Gestão da Copel Telecomunicações e Copel Transmissão, membro do Comitê de Gestão da Copel Geração e Copel Distribuição, gerente da Divisão de Manutenção Mecânica da Diretoria de Operação, gerente da Divisão de Engenharia Mecânica da Diretoria de Engenharia e Construção, entre outros cargos de gerência e direção na empresa. Natural de Canoinhas (SC), tem 68 anos.
Luiz Carlos Hauly — FAZENDA
Formado em Economia e Educação Física pela Universidade Estadual de Londrina, foi vereador e prefeito de Cambé, secretário de Estado da Fazenda (1987 a 1990) e presidente do Conselho de Administração do Banco do Estado do Paraná. Em 1991, foi eleito deputado federal e, desde então, reeleito sucessivamente.Natural de Cambé, tem 60 anos.
Luiz Eduardo Sebastiani — ADMINISTRAÇÃO
Economista graduado pela Universidade Federal do Paraná, cursou mestrado em Teoria Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Foi presidente do Conselho Regional de Economia do Paraná, representante do Paraná no Conselho Federal de Economia e diretor de Transporte da URBS. É secretário municipal de Finanças de Curitiba. Natural de Curitiba, tem 50 anos
Mounir Chaowiche — COHAPAR
Natural de Joaquim Távora, Norte Pioneiro. Administrador de empresas com especialização em consultoria empresarial e gestão pública. Funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal, onde foi gerente e superintendente em diversos municípios do Paraná. Presidiu a Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab), de 2006 a 2010. Natural de Joaquim Távora, tem 49 anos.
Michele Caputo Neto — SAÚDE
Farmacêutico, servidor público da Secretaria de Estado da Saúde desde 1985. Foi chefe de gabinete da Fundação Nacional de Saúde, chefe da Vigilância Sanitária Estadual, diretor geral do Centro de Medicamentos do Paraná e diretor dos Órgãos Produtores de Insumos e Imunobiológicos da Secretaria de Estado da Saúde. No Município de Curitiba, foi duas vezes Secretário Municipal de Saúde. É Secretário Municipal de Assuntos Metropolitanos. Natural de Maringá, tem 48 anos
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Vila Cruzeiro: Tática Correta e estratégia errada.
Mais uma vez, assistimos pela TV os frutos de uma política de segurança equivocada em plena manifestação.
A invasão da Vila Cruzeiro, bunker do tráfico na Zona Norte do Rio, foi uma das medidas mais acertadas já tomadas pela polícia carioca. O emprego de blindados militares, plenamente capazes de vencer as táticas de guerrilha empregadas pelos traficantes e o armamento por eles utilizado, também ajudou (foi fundamental na verdade) a coroar de êxito o assalto à fortaleza do crime sem uma única baixa.
Contudo, a visão equivocada do governador se fez prevalecer mais uma vez e descortinou-se nas telas da TV, para quem quisesse ver, como é errada a estratégia empregada.
Os mesmos criminosos que no dia anterior bradavam pelos rádios “UPP É O CARAL**”, enfiaram o rabo entre as pernas e fugiram como baratas, atravessando a mata no topo do morro, rumo ao Morro do Alemão – a nova fortaleza.
Diante das câmeras de TV, a população assistia impotente, a mais de 250 bandidos fortemente armados escaparem do cerco da forma que podiam. Para qualquer observador mais atento, a pergunta óbvia era? Isso não era previsto?
E é resposta é simples: Claro que sim; e era a meta do governador.
Assim, ao permitir a fuga dos marginais e “empurrar com a barriga” o confronto final inevitável, o governador Sérgio Cabral, tenta apelar para “o bom senso” da marginalia. O recado é claro: ou “se enquadram” e param as ações ou a coisa acabará mais rapidamente.
Mais uma vez, deixou-se passar a oportunidade de utilizar tropas aerotransportadas dos fuzileiros, do exército ou mesmo da PM assessoradas por helicópteros blindados dessas forças, para cortar a rota de fuga e eliminar, após encontrarem resistência, boa parte da criminalidade que atormenta a cidade.
Ao evitar isso e permitir quase um “salvo conduto” aos marginais, o governador Sérgio Cabral permite a vitória simbólica da conquista de um território que era caro aos marginais e tido como inexpugnável, mas dá ao cidadão carioca a certeza de que o problema não foi resolvido e tende a se agravar. Se não agora, em algum outro momento.
Pois, os marginais expulsos como baratas da Vila Cruzeiro – exatamente como as baratas fazem – reinfestarão e fortificarão o Morro do Alemão, estando aptos a lançar novos e mais violentos ataques a partir de lá.
Para por fim ao reino de terror infelizmente deverá haver um banho de sangue para lavar toda essa miséria e esse miasma que tomam conta das favelas cariocas e arrasam a moral, a paz e a paciência de qualquer cidadão de bem que se vê acuado numa cidade em guerra.
Ou o Estado cumpre o seu papel de defender o cidadão ou a causa já nasce morta. Deve-se entender que, além do enfrentamento, as leis devem ser mudadas. Bandidos perigosos não podem ter direito a sigilo postal, visitas íntimas e toda sorte de regalia legal como se fossem meros “bundas sujas”. Deve-se acordar para a realidade de que os diferentes devem ser tratados de forma diferente ou inexoravelmente naufragaremos em nosso mar de paternalismo populista/esquerdista de quinta categoria.
Pense nisso.
A invasão da Vila Cruzeiro, bunker do tráfico na Zona Norte do Rio, foi uma das medidas mais acertadas já tomadas pela polícia carioca. O emprego de blindados militares, plenamente capazes de vencer as táticas de guerrilha empregadas pelos traficantes e o armamento por eles utilizado, também ajudou (foi fundamental na verdade) a coroar de êxito o assalto à fortaleza do crime sem uma única baixa.
Contudo, a visão equivocada do governador se fez prevalecer mais uma vez e descortinou-se nas telas da TV, para quem quisesse ver, como é errada a estratégia empregada.
Os mesmos criminosos que no dia anterior bradavam pelos rádios “UPP É O CARAL**”, enfiaram o rabo entre as pernas e fugiram como baratas, atravessando a mata no topo do morro, rumo ao Morro do Alemão – a nova fortaleza.
Diante das câmeras de TV, a população assistia impotente, a mais de 250 bandidos fortemente armados escaparem do cerco da forma que podiam. Para qualquer observador mais atento, a pergunta óbvia era? Isso não era previsto?
E é resposta é simples: Claro que sim; e era a meta do governador.
Assim, ao permitir a fuga dos marginais e “empurrar com a barriga” o confronto final inevitável, o governador Sérgio Cabral, tenta apelar para “o bom senso” da marginalia. O recado é claro: ou “se enquadram” e param as ações ou a coisa acabará mais rapidamente.
Mais uma vez, deixou-se passar a oportunidade de utilizar tropas aerotransportadas dos fuzileiros, do exército ou mesmo da PM assessoradas por helicópteros blindados dessas forças, para cortar a rota de fuga e eliminar, após encontrarem resistência, boa parte da criminalidade que atormenta a cidade.
Ao evitar isso e permitir quase um “salvo conduto” aos marginais, o governador Sérgio Cabral permite a vitória simbólica da conquista de um território que era caro aos marginais e tido como inexpugnável, mas dá ao cidadão carioca a certeza de que o problema não foi resolvido e tende a se agravar. Se não agora, em algum outro momento.
Pois, os marginais expulsos como baratas da Vila Cruzeiro – exatamente como as baratas fazem – reinfestarão e fortificarão o Morro do Alemão, estando aptos a lançar novos e mais violentos ataques a partir de lá.
Para por fim ao reino de terror infelizmente deverá haver um banho de sangue para lavar toda essa miséria e esse miasma que tomam conta das favelas cariocas e arrasam a moral, a paz e a paciência de qualquer cidadão de bem que se vê acuado numa cidade em guerra.
Ou o Estado cumpre o seu papel de defender o cidadão ou a causa já nasce morta. Deve-se entender que, além do enfrentamento, as leis devem ser mudadas. Bandidos perigosos não podem ter direito a sigilo postal, visitas íntimas e toda sorte de regalia legal como se fossem meros “bundas sujas”. Deve-se acordar para a realidade de que os diferentes devem ser tratados de forma diferente ou inexoravelmente naufragaremos em nosso mar de paternalismo populista/esquerdista de quinta categoria.
Pense nisso.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
AS UPP’S, O TERROR E O CIDADÃO ESMAGADO PELA REALIDADE.
Os fatos que estão ocorrendo no Rio de Janeiro mostram, com uma clareza excepcional, como uma política de segurança pública voltada apenas para os interesses eleitorais imediatistas pode ser destrutiva e perversa com o cidadão.
As UPP’s – Unidades de Polícia Pacificadora – são o caminho certo para acabar com o domínio do tráfico nos morros e a manutenção de guetos onde apenas o tráfico é a lei. Mas, então, qual o problema dessa política?
Na realidade, é a tática de ocupação que é equivocada. Quando o Estado resolve implantar uma UPP em algum morro carioca, ele “manda um aviso” pelos meios de imprensa aos marginais: “Dia tal a tal hora, o BOPE subirá o morro X para ocupá-lo e preparar a instalação de uma UPP”. E, o que ocorre? Simplesmente o óbvio. A marginalidade pega suas “tralhas” e abandona o morro ou se esconde em comunidades vizinhas aliadas.
Com isso, o governo do Estado pretendeu eliminar o “fator confronto” da equação e ficar apenas com os louros da vitória, sem ter que arcar com o desgaste de um eventual morticínio de bandidos e a ação das entidades de direitos humanos que fariam disso “um prato feito” para se promoverem.
Essa opção equivocada levou a criação de verdadeiros “bunkers” em comunidades ainda não pacificadas e produziu um fenômeno nunca visto no Rio de Janeiro – a união de facções criminosas historicamente rivais – elevando muito o risco de ações como a que vemos hoje.
Ao tentar maquiar uma situação, que já era conhecida pela população, com o único intuito de transmitir a falsa ideia de que os marginais se ajoelhavam diante do “poder do Estado”, para angariar eleitores e fomentar a ilusão de uma ação brilhante do governo; os políticos responsáveis esqueceram uma lei fundamental: ninguém desiste de um privilégio sem lutar.
A opção correta para a pacificação dos morros, desarticulação das facções criminosas e para o impedimento de ações de retaliação futuras teria sido o enfrentamento.
Sim. Ao escolher-se uma comunidade para “pacificar”, o Estado deveria fazer o que é obrigado a fazer: eliminar a criminalidade. E não buscar acordos e pactos para uma vitória fácil imediata.
Mas, como enfrentar o poderio das facções com armamento superior e vantagem topográfica? Usando as mesmas táticas comprovadas que foram aplicadas no Haiti. A utilização das Forças Armadas como unidades de apoio e contenção – cercando o perímetro das comunidades “invadidas” e impedindo a fuga dos criminosos e a entrada de reforços; o uso das unidades de elite de ambas as polícias para dominar áreas da comunidade e eliminar a resistência no setor e a utilização das unidades policiais regulares para operações casa-a-casa, dentro desses setores e mantendo-os “limpos” após o deslocamento das forças para o próximo setor, até que toda a comunidade estivesse realmente “pacificada”.
Qual a diferença nesta abordagem?
Partindo para um enfrentamento controlado, a polícia eliminaria fisicamente os resistentes (quer pela morte ou pela prisão), capturaria os foragidos e os que simplesmente se esconderam para fugir do confronto e, ao fim do processo, teria uma comunidade realmente livre da marginalidade e a facção local totalmente destruída e desarticulada; com todo o seu arsenal humano e bélico, perdido ou capturado.
Assim, de morro em morro, o Estado tomaria o controle real da situação e impediria a união das facções e a criação de verdadeiras unidades militares paralelas e cidadelas fortificadas como está acontecendo na Vila Cruzeiro – subúrbio da Penha – e em outras áreas da capital.
Mas aí, talvez o governador não tivesse sido reeleito em primeiro turno num clima de oba-oba como se um dos políticos mais medíocres que já passaram pelo Estado fosse um verdadeiro “gênio da lâmpada” que inventara a ocupação de áreas conflagradas sem um único disparo.
Em paralelo a isso, há a inação do governo federal que se limita a fornecer “apoio” e enviar tropas. Quando na verdade, deveria agir muito mais no campo legislativo para acabar com as distorções legais que transformam a prisão de criminosos em fato eventual e a sua manutenção na cadeia algo quase surreal. Ao mesmo tempo encarar a coisa como ela é: um ato de terror. Agindo para que essas ações sejam enquadradas no item constitucional excepcional que dá a União poderes para julgar e prender elementos além das limitações legais atuais: uso da pena de morte e prisão perpétua.
Diz-se que a Constituição proíbe essas ações e que só uma nova constituinte poderia modificá-la. Essa informação é correta se pensamos no regime legal normal. Mas, a nossa constituição atual prevê, em determinadas e bem reduzidas ocasiões, o uso da pena de morte (tempo de guerra, traição, sedição, etc). Bastaria criar-se um dispositivo constitucional incluindo o terror nesse rol (o Brasil sequer tem legislação que preveja e puna o terrorismo). Isso daria o recado definitivo de que o Estado Brasileiro não toleraria mais esse tipo de ação terrorista. Mas, para isso, os envolvidos não poderiam estar preocupados apenas com as próximas eleições.
A população, mais uma vez, se ilude com a fantasia para, logo depois, ser esmagada pela realidade.
Pense nisso.
As UPP’s – Unidades de Polícia Pacificadora – são o caminho certo para acabar com o domínio do tráfico nos morros e a manutenção de guetos onde apenas o tráfico é a lei. Mas, então, qual o problema dessa política?
Na realidade, é a tática de ocupação que é equivocada. Quando o Estado resolve implantar uma UPP em algum morro carioca, ele “manda um aviso” pelos meios de imprensa aos marginais: “Dia tal a tal hora, o BOPE subirá o morro X para ocupá-lo e preparar a instalação de uma UPP”. E, o que ocorre? Simplesmente o óbvio. A marginalidade pega suas “tralhas” e abandona o morro ou se esconde em comunidades vizinhas aliadas.
Com isso, o governo do Estado pretendeu eliminar o “fator confronto” da equação e ficar apenas com os louros da vitória, sem ter que arcar com o desgaste de um eventual morticínio de bandidos e a ação das entidades de direitos humanos que fariam disso “um prato feito” para se promoverem.
Essa opção equivocada levou a criação de verdadeiros “bunkers” em comunidades ainda não pacificadas e produziu um fenômeno nunca visto no Rio de Janeiro – a união de facções criminosas historicamente rivais – elevando muito o risco de ações como a que vemos hoje.
Ao tentar maquiar uma situação, que já era conhecida pela população, com o único intuito de transmitir a falsa ideia de que os marginais se ajoelhavam diante do “poder do Estado”, para angariar eleitores e fomentar a ilusão de uma ação brilhante do governo; os políticos responsáveis esqueceram uma lei fundamental: ninguém desiste de um privilégio sem lutar.
A opção correta para a pacificação dos morros, desarticulação das facções criminosas e para o impedimento de ações de retaliação futuras teria sido o enfrentamento.
Sim. Ao escolher-se uma comunidade para “pacificar”, o Estado deveria fazer o que é obrigado a fazer: eliminar a criminalidade. E não buscar acordos e pactos para uma vitória fácil imediata.
Mas, como enfrentar o poderio das facções com armamento superior e vantagem topográfica? Usando as mesmas táticas comprovadas que foram aplicadas no Haiti. A utilização das Forças Armadas como unidades de apoio e contenção – cercando o perímetro das comunidades “invadidas” e impedindo a fuga dos criminosos e a entrada de reforços; o uso das unidades de elite de ambas as polícias para dominar áreas da comunidade e eliminar a resistência no setor e a utilização das unidades policiais regulares para operações casa-a-casa, dentro desses setores e mantendo-os “limpos” após o deslocamento das forças para o próximo setor, até que toda a comunidade estivesse realmente “pacificada”.
Qual a diferença nesta abordagem?
Partindo para um enfrentamento controlado, a polícia eliminaria fisicamente os resistentes (quer pela morte ou pela prisão), capturaria os foragidos e os que simplesmente se esconderam para fugir do confronto e, ao fim do processo, teria uma comunidade realmente livre da marginalidade e a facção local totalmente destruída e desarticulada; com todo o seu arsenal humano e bélico, perdido ou capturado.
Assim, de morro em morro, o Estado tomaria o controle real da situação e impediria a união das facções e a criação de verdadeiras unidades militares paralelas e cidadelas fortificadas como está acontecendo na Vila Cruzeiro – subúrbio da Penha – e em outras áreas da capital.
Mas aí, talvez o governador não tivesse sido reeleito em primeiro turno num clima de oba-oba como se um dos políticos mais medíocres que já passaram pelo Estado fosse um verdadeiro “gênio da lâmpada” que inventara a ocupação de áreas conflagradas sem um único disparo.
Em paralelo a isso, há a inação do governo federal que se limita a fornecer “apoio” e enviar tropas. Quando na verdade, deveria agir muito mais no campo legislativo para acabar com as distorções legais que transformam a prisão de criminosos em fato eventual e a sua manutenção na cadeia algo quase surreal. Ao mesmo tempo encarar a coisa como ela é: um ato de terror. Agindo para que essas ações sejam enquadradas no item constitucional excepcional que dá a União poderes para julgar e prender elementos além das limitações legais atuais: uso da pena de morte e prisão perpétua.
Diz-se que a Constituição proíbe essas ações e que só uma nova constituinte poderia modificá-la. Essa informação é correta se pensamos no regime legal normal. Mas, a nossa constituição atual prevê, em determinadas e bem reduzidas ocasiões, o uso da pena de morte (tempo de guerra, traição, sedição, etc). Bastaria criar-se um dispositivo constitucional incluindo o terror nesse rol (o Brasil sequer tem legislação que preveja e puna o terrorismo). Isso daria o recado definitivo de que o Estado Brasileiro não toleraria mais esse tipo de ação terrorista. Mas, para isso, os envolvidos não poderiam estar preocupados apenas com as próximas eleições.
A população, mais uma vez, se ilude com a fantasia para, logo depois, ser esmagada pela realidade.
Pense nisso.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Beto Richa apresenta emendas à LOA 2011
PROPOSTAS DE EMENDAS À PROPOSTA DE LEI ORÇAMENTÁRIA ANUAL - 2011
Educação
1. Órgão: Secretaria de Estado da Educação - 4100 Superintendência de Educação – 4103
Programa: MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA - FUNDEB – MAGISTÉRIO
Ação: Executar o Programa Nacional de Transporte Escolar
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 12.000.000,00 (doze milhões de reais)
(Custeio)
2. Órgão: Secretaria de Estado da Educação - 4100 Superintendência de Educação – 4103
Programa: INFRA-ESTRUTURA E APOIO LOGÍSTICO À REDE
ESCOLAR E AO ESTUDANTE - EDUCAÇÃO BÁSICA
Ação: Prover a adequação da rede física das escolas públicas da rede estadual de ensino
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 24.000.000,00 (vinte e quatro milhões de reais)
(Investimento)
3. Órgão: Secretaria de Estado da Educação - 4100 Paraná Esporte – 4132
Programa: IMPLEMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS
ESPORTIVOS
Ação: Diversas
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil de reais)
(Custeio)
Saúde
1. Órgão: Secretaria de Estado da Saúde - 4700 Fundo Estadual de Saúde – 4760
Programa: ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Ação: Manter Programas de Assistência
Farmacêutica (unidade)
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 40.000.000,00 (quarenta milhões de reais)
(Custeio)
2. Órgão: Secretaria de Estado da Saúde - 4700 Fundo Estadual de Saúde – 4760
Programa: ATENÇÃO À SAÚDE
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Aquisição de Equipamentos Hospitalares
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 20.000.000,00 (vinte milhões de reais)
(Investimento)
3. Órgão: Secretaria de Estado da Saúde - 4700 Fundo Estadual de Saúde – 4760
Programa: ATENÇÃO À SAÚDE
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Apoio aos Consórcios Intermunicipais de Saúde
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais)
(Custeio)
4. Órgão: Secretaria de Estado da Saúde - 4700 Fundo Estadual de Saúde – 4760
Programa: ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Ação: Manter Programas de Assistência Farmacêutica
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais)
(Custeio)
5. Órgão: Secretaria de Estado da Saúde - 4700 Fundo Estadual de Saúde – 4760
Programa: LEITE DAS CRIANÇAS - RECUPERAÇÃO DE DEFICIÊNCIA NUTRICIONAL DE CRIANÇAS, GESTANTES E NUTRIZES
Ação: Adquirir leite pasteurizado, integral ou padronizado enriquecido
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 14.000.000,00 (quatorze milhões de reais)
(Custeio)
Agricultura
1. Órgão: Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento - 6500 Diretoria Geral – 6502
Programa: PROMOÇÃO E EXECUÇÃO DE POLÍTICAS AGRÍCOLAS
Ação: Apoiar ações para agricultores familiares realizarem a comercialização de produtos (agricultor familiar)
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais)
2. Órgão: Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento - 6500 Diretoria Geral – 6502
Programa: GERENCIAMENTO DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA E PROGRAMÁTICA DA SEAB
Ação: Manter a estrutura administrativa da SEAB e dos Núcleos Regionais.
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais)
3. Órgão: Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento - 6500 Diretoria Geral – 6502
Programa: PROMOÇÃO E EXECUÇÃO DE POLÍTICAS AGRÍCOLAS
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Aquisição de Equipamentos de Patrulhas Rurais para manejo de solo (10 conjuntos)
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais)
4. Órgão: Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento - 6500 Diretoria Geral – 6502
Programa: PROMOÇÃO E EXECUÇÃO DA DEFESA SANITÁRIA ANIMAL
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Construção e Ampliação de Postos de Fiscalização Sanitária
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais)
Meio Ambiente
1. Órgão: Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Rec. Hidricos - 6500 Diretoria Geral – 6502
Programa: PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Ações para a destinação final aos depósitos de BHC existentes no Estado, levantados através da Lei de Anistiamento.
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais)
Assistência Social
1. Órgão: Secretaria de Estado do Trabalho, Emp. e Promoção Social - 5300
Fundo Estadual de Assistência Social (FEAS) – 5361
Programa: PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Implantação de Redes Solidárias para Moradores de Rua – “Braços Abertos”, no Paraná (qtde. 04 unidades)
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 2.000.000,00 (quatro milhões de reais)
(Investimento: R$ 1.600.000,00 / Custeio: 400.000,00)
2. Órgão: Secretaria de Estado do Trabalho, Emp. e Promoção Social - 5300
Fundo Estadual de Assistência Social (FEAS) – 5361
Programa: PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Implantação de Redes Solidárias de Acolhimento de Mulheres em Situação de Violência Doméstica – “Abraço Solidário” (qtde. 04 unidades)
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais)
(Investimento: R$ 1.600.000,00 / Custeio: 2.400.000,00)
Educação
1. Órgão: Secretaria de Estado da Educação - 4100 Superintendência de Educação – 4103
Programa: MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA - FUNDEB – MAGISTÉRIO
Ação: Executar o Programa Nacional de Transporte Escolar
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 12.000.000,00 (doze milhões de reais)
(Custeio)
2. Órgão: Secretaria de Estado da Educação - 4100 Superintendência de Educação – 4103
Programa: INFRA-ESTRUTURA E APOIO LOGÍSTICO À REDE
ESCOLAR E AO ESTUDANTE - EDUCAÇÃO BÁSICA
Ação: Prover a adequação da rede física das escolas públicas da rede estadual de ensino
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 24.000.000,00 (vinte e quatro milhões de reais)
(Investimento)
3. Órgão: Secretaria de Estado da Educação - 4100 Paraná Esporte – 4132
Programa: IMPLEMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS
ESPORTIVOS
Ação: Diversas
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil de reais)
(Custeio)
Saúde
1. Órgão: Secretaria de Estado da Saúde - 4700 Fundo Estadual de Saúde – 4760
Programa: ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Ação: Manter Programas de Assistência
Farmacêutica (unidade)
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 40.000.000,00 (quarenta milhões de reais)
(Custeio)
2. Órgão: Secretaria de Estado da Saúde - 4700 Fundo Estadual de Saúde – 4760
Programa: ATENÇÃO À SAÚDE
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Aquisição de Equipamentos Hospitalares
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 20.000.000,00 (vinte milhões de reais)
(Investimento)
3. Órgão: Secretaria de Estado da Saúde - 4700 Fundo Estadual de Saúde – 4760
Programa: ATENÇÃO À SAÚDE
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Apoio aos Consórcios Intermunicipais de Saúde
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais)
(Custeio)
4. Órgão: Secretaria de Estado da Saúde - 4700 Fundo Estadual de Saúde – 4760
Programa: ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
Ação: Manter Programas de Assistência Farmacêutica
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais)
(Custeio)
5. Órgão: Secretaria de Estado da Saúde - 4700 Fundo Estadual de Saúde – 4760
Programa: LEITE DAS CRIANÇAS - RECUPERAÇÃO DE DEFICIÊNCIA NUTRICIONAL DE CRIANÇAS, GESTANTES E NUTRIZES
Ação: Adquirir leite pasteurizado, integral ou padronizado enriquecido
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 14.000.000,00 (quatorze milhões de reais)
(Custeio)
Agricultura
1. Órgão: Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento - 6500 Diretoria Geral – 6502
Programa: PROMOÇÃO E EXECUÇÃO DE POLÍTICAS AGRÍCOLAS
Ação: Apoiar ações para agricultores familiares realizarem a comercialização de produtos (agricultor familiar)
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais)
2. Órgão: Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento - 6500 Diretoria Geral – 6502
Programa: GERENCIAMENTO DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA E PROGRAMÁTICA DA SEAB
Ação: Manter a estrutura administrativa da SEAB e dos Núcleos Regionais.
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais)
3. Órgão: Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento - 6500 Diretoria Geral – 6502
Programa: PROMOÇÃO E EXECUÇÃO DE POLÍTICAS AGRÍCOLAS
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Aquisição de Equipamentos de Patrulhas Rurais para manejo de solo (10 conjuntos)
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais)
4. Órgão: Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento - 6500 Diretoria Geral – 6502
Programa: PROMOÇÃO E EXECUÇÃO DA DEFESA SANITÁRIA ANIMAL
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Construção e Ampliação de Postos de Fiscalização Sanitária
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais)
Meio Ambiente
1. Órgão: Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Rec. Hidricos - 6500 Diretoria Geral – 6502
Programa: PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Ações para a destinação final aos depósitos de BHC existentes no Estado, levantados através da Lei de Anistiamento.
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais)
Assistência Social
1. Órgão: Secretaria de Estado do Trabalho, Emp. e Promoção Social - 5300
Fundo Estadual de Assistência Social (FEAS) – 5361
Programa: PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Implantação de Redes Solidárias para Moradores de Rua – “Braços Abertos”, no Paraná (qtde. 04 unidades)
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 2.000.000,00 (quatro milhões de reais)
(Investimento: R$ 1.600.000,00 / Custeio: 400.000,00)
2. Órgão: Secretaria de Estado do Trabalho, Emp. e Promoção Social - 5300
Fundo Estadual de Assistência Social (FEAS) – 5361
Programa: PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DE MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE
EMENDA ADITIVA DE AÇÃO: Implantação de Redes Solidárias de Acolhimento de Mulheres em Situação de Violência Doméstica – “Abraço Solidário” (qtde. 04 unidades)
EMENDA ADITIVA DE VALOR: R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais)
(Investimento: R$ 1.600.000,00 / Custeio: 2.400.000,00)
Paraná pode ter déficit de R$ 1,5 bi em 2011, segundo equipe de Beto Richa
Um relatório financeiro elaborado pela equipe de transição do governador eleito Beto Richa (PSDB), apresentado nesta quarta-feira (24), aponta que o Paraná poderá sofrer um déficit orçamentário de R$ 1,5 bilhão em 2011. O motivo seria a redução de recursos previstos para o orçamento, antecipações de receitas e renúncias fiscais.
O diagnóstico foi elaborado com base em informações encaminhadas pela equipe de transição do atual governador, Orlando Pessuti (PMDB). Das 165 informações solicitadas, aproximadamente 70% foram respondidas até o momento, segundo a equipe de Beto Richa. Também participaram da elaboração do relatório uma equipe de 44 técnicos.
“Não há como negar que a situação é bastante delicada em todas as áreas, com destaque para saúde, educação, segurança e nas finanças do estado. Cabe ao novo governo o desafio de reverter essa situação e temos um planejamento para isso, com um choque de gestão”, afirmou Carlos Homero Giacomini, coordenador da equipe de transição.
O governador eleito apresentou, à Assembleia Legislativa do Paraná, uma série de propostas de emenda à Lei Orçamentária. Os projetos preveem aditivos no valor de R$ 202 milhões, para cobrir despesas em áreas como saúde, educação, agricultura, meio ambiente, trabalho e assistência social.
A reportagem da Gazeta do Povo tentou ouvir o atual governo, mas ninguém foi localizado para comentar o relatório.
Relatório Parcial do Site do Beto Richa
Gestão para Resultados
O Paraná precisa de mudanças para alcançar um novo patamar de desenvolvimento social, econômico e ambiental. O Governo do Paraná precisa de renovação para que sejam saneados os inúmeros problemas já detectados (diagnóstico a seguir) e para que a administração desenvolva sua capacidade organizativa para a mudança.
O Novo Governo fará cumprir, fielmente, os compromissos assumidos com a população: toda a administração seguirá o que estabelece o documento “Metas de Governo 2011-2014”, aprovado nas eleições, e suas adaptações a novas necessidades demandadas pela sociedade paranaense.
A Máquina Governamental, no Novo Governo, empreenderá um grande esforço de combate à gestão rotineira buscando qualidade e agilidade nos serviços, em sintonia com os diversos segmentos da população e com as demandas legítimas do terceiro setor e do setor produtivo, na busca de resultados que impactem na melhoria da qualidade de vida da população.
O Novo Governo tem compromisso com a ação para a mudança e vai promover a boa agenda de Gestão para Resultados.
Objetivos da Agenda de Gestão para Resultados
Investir no desenvolvimento do servidor público Implantar modelo de gestão pública para resultados Aumentar a capacidade de investimento Promover justiça fiscal Reorganizar a máquina administrativa Implantar planejamento intersetorial integrado Apoiar a melhoria da qualidade dos serviços municipais Reestruturar a atuação institucionaldo Governo no nível regional Constituir arranjos supramunicipais – consórcios e redes de cidades – para ações de Governo Aumentar a transparência e o controle social do Estado aproximando Governo e cidadão Promover arranjos de cooperação para governança entre instâncias públicas, empresariais e terceiro setor Melhorar o ambiente de negócios Aglutinar as forças políticas do Paranámelhorando a capacidade reivindicatória do Estado Respeitar contratos juridicamente perfeitos
Gestão para Resultados: Ações imediatas com início no primeiro dia de Governo*
* Medidas em fase de detalhamento
** Enfrentamento dos problemas detectados na transição, manutenção e ampliação de serviços, investimentos (projetos, captação de recursos, licitações, execução)
Diagnóstico preliminar
A Equipe de Transição do Governador Eleito Beto Richa fundamentou este trabalho de diagnóstico da realidade do Governo do Paraná em dados e informações disponíveis e em relatórios encaminhados pela equipe do atual Governo. Essas informações foram trabalhadas por grupos temáticos e, neste Relatório, são apresentadas tão-somente as sínteses dos estudos temáticos e nas áreas que apresentam problemas mais evidentes e de importante repercussão para os primeiros dias do Novo Governo.
No entanto, algumas informações de grande relevância para o conhecimento da realidade do governo do Estado não foram encaminhadas pelo atual governo, em especial questões relativas ao quadro financeiro desse período e também a estudos prévios de “fechamento” do exercício de 2010.
Esses dados, além de terem sido requisitados de forma objetiva, não são de solicitação imprópria e a sua essa falta nos traz grande preocupação, uma vez que se trata de final de exercício e, especialmente um final de mandato, quando essas projeções normalmente se encontram prontas visando o cumprimento da legislação, especificamente da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF - Lei Complementar nº 101/2000), que impõe regras precisas sobre o resultado final do balanço orçamentário-financeiro de um governo.
O artigo 42 dessa Lei apresenta o seguinte texto: “É vedado ao titular de Poder ou órgão (...), nos dois últimos quadrimestres do seu mandato, contrair despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito.”
Uma perspectiva de descumprimento dessa Lei é extremamente preocupante pelo significado objetivo que é o de deixar como herança um Governo sem recursos em caixa no Tesouro Público e, ainda, com compromissos a serem pagos já no começo de 2011, decorrentes de decisões de gastos nos últimos meses.
Outra linha de informações que foi solicitada também não teve resultado. Solicitou-se ao atual governo a relação de Atos (Leis, Decretos, Portarias, Resoluções etc.) de política tributária, administrativa e financeira que, nas suas vigências, resultassem em decréscimos (a chamada “renúncia fiscal”) ou mesmo antecipações de receitas, para que fossem analisados, pela equipe de transição do novo Governo, os estudos de impacto financeiro e quais as medidas previstas visando suas compensações, tal como se exige também pela LRF no seu artigo 14. Aqui também, mais do que o cumprimento legal, tem gravíssimo efeito para as contas públicas o decréscimo de receita decorrente de qualquer ato que retire receita pública a partir de benefício fiscal assumido em final de gestão, ou por antecipações de receita de competência do exercício seguinte, sem o devido estudo e cuidado com o equilíbrio financeiro de um governo que tem grandes responsabilidades com a sociedade.
Também, sobre a condição orçamentária, observou-se numa análise inicial da Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2011, apresentada pelo atual Governo, que para funções essenciais nas áreas de Saúde, Educação, Segurança, Agricultura e Abastecimento, Infraestrutura e outras, os valores previstos são insuficientes para o cumprimento de custeio de pessoal, de contratos e compromissos vigentes. Assim, despesas que se assumem em nome do Estado em final de um governo, e receitas que são renunciadas nesse período de conclusão, têm o efeito de afrontar a lei e a responsabilidade com a população.
Observa-se, ainda, outra circunstância que será enfrentada: obras de unidades sociais, algumas poucas concluídas e outras que ainda serão finalizadas no ano de 2010, e para as quais não se programaram recursos orçamentários para a devida operacionalização (despesas com pessoal, com equipamentos, materiais de consumo etc.).
Medidas serão tomadas pelo novo Governo do Paraná para enfrentar esse quadro que se apresenta. Caberá, também, ao Poder Legislativo, através do Tribunal de Contas do Estado, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, tomar as suas medidas de competência.
A população do Paraná terá a todo o momento a apresentação da real situação institucional, administrativa e financeira do Estado e terá sempre, no governo Beto Richa, a responsabilidade da verdade e da realização dos compromissos que visam o desenvolvimento econômico e social do nosso Estado.
Assim, a seguir, são apresentados os pontos de grande atenção que devem ser de conhecimento público, reveladores da real situação do Governo do Estado do Paraná, nesse final de 2010:
Extrapolação do limite financeiro para a cobertura de serviços de saúde de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar sob gestão estadual vem ocorrendo há vários meses, com gastos superiores aos recursos transferidos fundo a fundo pelo Ministério da Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde, num total de aproximadamente R$ 4,5 milhões mensais, com consequentes cortes lineares de serviços de forma progressiva em prejuízo da população, e com perspectiva de ampliação do déficit para R$ 6 milhões mensais, por iminente reajuste da tabela de preços em algumas áreas;
Recursos orçamentários insuficientes para cumprir a Constituição Federal na saúde: a Lei Orçamentária Anual de 2011, para o setor de saúde, prevê recursos no montante de R$ 2.565.828.500,00 e que, para cumprir a Emenda Constitucional nº. 29, a qual prevê a aplicação mínima de 12% da Receita Corrente Líquida – RCL no setor, conforme preconizado pela resolução do Conselho Nacional de Saúde, seria necessário uma previsão a maior, da ordem de R$ 356 milhões, para 2011;
Redução de recursos orçamentários na saúde, em relação ao orçamento 2010 em algumas áreas como: Assistência Farmacêutica (de R$ 205.648.690,00 para R$ 137.716.420,00) e Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência – SIATE(de R$ 24.769.610,00 para R$ 24.094.020,00);
Insuficiência do estoque de medicamentos: o estoque de medicamentos da farmácia especial, adquiridos pela Secretaria de Estado da Saúde – SESA, deverá durar somente até fevereiro de 2011 e só foram empenhados os valores devidos ao Consórcio Paraná Medicamentos até agosto de 2010, sem previsão de empenho para os outros meses, o que põe em risco o abastecimento face os prazos relativos aos procedimentos legais de compra;
Problemas na distribuição de medicamentos: o orçamento da Secretaria de Estado da Saúde – SESA referente ao último trimestre de 2010 ainda não foi liberado e que, com isso, estão sendo cancelados empenhos anteriores ainda não liquidados, o que deve gerar demandas administrativas e judiciais futuras, bem como a postergação do funcionamento de hospitais por falta de equipamentos e restos a pagar que comprometerão o Orçamento de 2011;
Dívidas com os Consórcios de Saúde: a Secretaria de Estado da Saúde – SESA tem dívidas de repasse de recursos para os Consórcios Intermunicipais de Saúde, como o Consórcio Paraná Saúde, com três meses de repasses atrasados, perfazendo um total de cerca de R$ 3,2 milhões;
Falta de condições para atendimento em hospitais públicos: existência de dezenas de hospitais inaugurados semi-acabados, com inadequações de ordem estrutural, insuficiência de equipamentos e precariedade de quadro de pessoal, da ordem de 4.000 profissionais de diversas categorias, que impossibilitam seu adequado funcionamento no curto prazo;
Salas de aula em número insuficiente: descumprimento da Lei com a abertura de 120 turmas em turno intermediário no ano letivo de 2010 e o planejamento da repetição do procedimento para 2011 (87 turmas previstas) pela administração atual, face a insuficiência da previsão de ampliações e construção de salas de aula em tempo hábil;
Funcionamento de escolas em caráter precário:existência de inconformidades que impossibilitam a autorização de funcionamento em cerca de 1.500 unidades escolares estaduais (problemas estruturais, licenciamento do corpo de bombeiros etc.) por parte do Conselho Estadual de Educação;
Insuficiência de recursos do Estado para o transporte escolar: os recursos previstos para o Transporte Escolar na Lei Orçamentária Anual 2011 praticamente repetem os valores do exercício anterior (cerca de R$ 27 milhões) e, somados aos repasses do Programa Nacional do Transporte Escolar, são considerados insuficientes pelos Municípios, a quem cabe a organização e operação do serviço, situação que se repete há muitos anos;
Professores em número insuficiente: face às alegadas limitações orçamentárias, foram autorizadas contratações de apenas 9.550 professores temporários para o início do próximo ano letivo, número que, comparado ao atual, indica que as necessidades para o início de 2011 não serão supridas;
Problemas na municipalização da educação: ocorrência de situação de dualidade administrativa em 825 unidades escolares, o que gera problemas diversos, principalmente para a expansão de atividades escolares, tanto pelos Municípios quanto pelo Estado;
Descumprimento de regras que podem afetar a merenda escolar: a atualização do funcionamento dos Conselhos de Alimentação Escolar se encontra pendente e a prestação de contas não está regularizada junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE(descumprimento das normas previstas na Lei 11.947/2009 e na Resolução 38/2009, por conta da forma irregular de aquisição de itens provenientes de entidades não vinculadas ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF), com potencial comprometimento de futuros repasses de recursos e consequente desabastecimento de gêneros alimentícios para a merenda escolar;
Atrasos no prazo de conclusão de obras na educação: existência de 333 obras em andamento na área da educação, num montante de R$ 136.809.534,96, com previsão de atraso nos prazos de conclusão em aproximadamente 280 delas;
Acúmulo de problemas na manutenção das escolas:levantamentos feitos pelos Núcleos da Educação apontam situações críticas de moderadas a graves, em várias unidades escolares, perfazendo um total aproximado de R$ 125 milhões a serem investidos para atendimento dessas necessidades; Recursos municipais para o esporte retidos indevidamente:Ação Civil Pública de nº 2008.70.00.004197-0 (Ministério Público Federal), condenou a Paraná Esporte a repassar de imediato, aos municípios, recursos retidos indevidamente de 2005 a 2008, num montante de R$ 5.362.405,55, inviabilizando suas atividades de rotina (Operação Viva o Verão), pela não suplementação orçamentária por parte do Tesouro do Estado;
Redução de recursos para o esporte: a Proposta Orçamentária para área de Esporte, em 2011, foi reduzida em 45%, se comparada a 2010, o que inviabiliza a manutenção da atual estrutura administrativa e a realização dos jogos oficiais, havendo solicitação de teto orçamentário adicional para as despesas de custeio e investimento;
Descumprimento das obrigações governamentais com o Fundo Previdenciário dos servidores estaduais do Paraná: conforme o Tribunal de Contas do Estado o referido Fundo necessita de medidas administrativas e financeiras que corrijam desequilíbrios e revertam o passivo que, em 30/06/2010, traduzia-se em déficit de R$ 3,204 bilhões, acumulado nos últimos anos, com proposta de Plano de Custeio tecnicamente polêmica e apresentada sem tempo suficiente para adequada discussão;
Antecipação de utilização de receita: o Governo do Estado antecipou contrato com a Caixa Econômica Federal – CEF (firmado em 18/11/2010) de gestão da folha de pagamentos dos beneficiários da ParanaPrevidência, referente ao período de 10/01/2011 a 10/01/2016, no valor de R$ 90 milhões, com apropriação imediata de 1/3 deste valor pelo tesouro estadual;
Preocupação com medidas que apontam para a concessão de “incentivos fiscais” que ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal (ausência de estudos de impacto financeiro e de medidas de compensação):como a proposta que concede benefício de crédito presumido, no percentual equivalente a 9% das saídas internas e interestaduais, por dois anos, às usinas produtoras de álcool etílico anidro e álcool etílico hidratado, o que se traduziria em renúncia fiscal de aproximadamente R$ 170 milhões/ano, sem amparo do Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ (Decreto do Governo do Paraná publicado em 16/11/2010);
Alertas com relação a procedimentos de compensação de dívidas tributárias através de resgate de precatórios: o poder executivo realizou, em período recente, diversos encaminhamentos de ordem legislativa, sem os devidos posicionamentos jurídicos formais e em conflito com a Emenda Constitucional 62/2009, a fim de promover compensação de dívidas tributárias com resgate de precatórios;
Despesas com pessoal próximas do limite máximo (prudencial) da Lei de Responsabilidade Fiscal: os gastos com pagamento da folha de pessoal atingiram 45,03% das receitas correntes líquidas no segundo quadrimestre de 2010, próximos ao limite prudencial de Lei (que é de 46,55%) o que é preocupante e exige especial atenção à todos os procedimentos de evolução de salários, carreiras e quadro de pessoal, num primeiro momento;
Necessidade de reforço ao controle sanitário:a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento – SEAB tem parte expressiva de suas Unidades Veterinárias atuando com quadro temporário (a vencer em fevereiro de 2011), o que configura situação relevante para a sustentação da prevenção, controle e erradicação de pragas e doenças, a mais premente delas, a iminente conquista do status de área livre de febre aftosa sem vacinação;
Subversão na ordem de prioridades e destinação de recursos: consulta do Governo Estadual ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão do Governo Federal, com o intuito de alterar o convênio com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), com a finalidade de utilizar verbas de superávit financeiro (R$ 430 milhões em 2009) da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) em obras e serviços exteriores ao porto, para investimento em infraestrutura em outros setores do transporte, por ora sustada por decisão liminar expedida pela Justiça Federal;
Dívida e incapacidade operacional preocupantes no setor de habitação:o valor da dívida do Estado do Paraná com o Governo Federal, por conta da renegociação dos débitos da Companhia de Habitação do Paraná – COHAPAR,é de R$ 450.731.877,53 e há necessidade de desembolso de aproximadamente R$ 12 milhões pela COHAPAR junto à Caixa Econômica Federal – CEFpara que se possa retomar o andamento das obras de 3.376 unidades habitacionais inacabadas em dezenas de municípios do Paraná e, ainda, que novos contratos com a CEF só poderão ser celebrados mediante a quitação de dívidas no montante de R$ 113 milhões, só em 2011;
Gastos injustificados sem planejamento:recente publicação de uma série de editais de licitação do Governo do Estado, num total aproximado de R$ 25 milhões, correspondentes à elaboração de projetos para a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) relacionados a obras não previstas em orçamento e em final de mandato;
Atenção especial às condições das Empresas Públicas do Paraná: Relatórios técnicos, financeiros e de gestão das Empresas Públicas vêm sendo minunciosamente analisados com vistas ao reforço de sua natureza pública, de gestão responsável, eficiente, e de seu equilíbrio financeiro voltados ao desenvolvimento do Paraná;
Estradas Estaduais com problemas: conforme avaliação técnica, a Malha Rodoviária Estadual apresenta as seguintes condições de conservação: ruim em 10,3%, regular em 28,9%, boa em 55,0% e ótima em 5,8%, os custos anuais necessários para manutenção são da ordem de R$ 768 milhões/ano (Programa Rodoviário de Ações para o Crescimento Econômico-Social do Paraná – PRORODAR);
Valores das tarifas do pedágio sem equacionamento:as tarifas do pedágio constituem um importante gargalo logístico indireto em função de seus altos valores, que oneram os custos de produção; a questão perniciosamente politizada não tem recebido adequado tratamento técnico e jurídico, ficando o governo, inclusive, aquém da utilização plena dos dispositivos legais a ela pertinentes;
Aquisições exorbitantes na área de informática: avaliação do conjunto de licitações em andamento no âmbito do Governo do Estado / Companhia de Informática do Paraná – CELEPAR, no segundo semestre de 2010, relativas à Tecnologia de Informação e Comunicação – TIC, totalizam valores comprometidos em torno de R$ 200 milhões; deste volume, cerca de R$ 30 milhões são necessários para garantir os serviços do governo sem soluções de continuidade, o restante deveria merecer melhor análise técnica, além de projetar compromissos de pagamento para todo o período de 2011-2014, gerando dificuldades orçamentárias e financeiras ao novo governo;
Falta de previsão orçamentária realista para a implantação da Defensoria Pública do Estado do Paraná:a Defensoria aguarda regulamentação desde que foi criada em 1991 (Lei Complementar nº 55 – 04/02/1991) e é compromisso do Governo Beto Richa regulamentá-la e implementá-la com racionalidade, de forma sustentável e a partir de estudos técnicos que projetem previsões orçamentárias realistas;
Precariedade do Sistema Penitenciário: o Sistema Penitenciário do Paraná conta com cerca de 15.000 vagas nos regimes provisório, fechado e semi-aberto, e que aproximadamente 14.000 pessoas se encontram provisoriamente encarceradas em delegacias em todo o Estado (a maior quantidade de presos recolhidos em cadeias públicas do país) perto de 5.000 delas, inclusive, já condenadas, o que demanda a conclusão e construção de novas unidades prisionais, com o devido provimento de pessoal, bem como o avanço conceitual do sistema no sentido da ressocialização dos infratores com adequado retorno ao convívio social;
Descumprimento de prazos em prejuízo do Sistema Penitenciário: descumprimento de prazos por parte do Governo do Estado / Departamento Penitenciário no que tange a indicação de terrenos com as devidas licenças ambientais para a ampliação de 6.000 vagas no Paraná para presos provisórios (Casas de Custódia), o que coloca em risco a devida utilização de R$ 70 milhões do Governo Federal, reservados para essa finalidade;
Inquéritos inacabados em casos de homicídios: quadro apresentado pelo Conselho Nacional do Ministério Público coloca o Paraná como campeão em inquéritos policiais inacabados envolvendo homicídios. Segundo o relatório, o estado acumulou até 2007, 9,3 mil casos de assassinatos em que as investigações não chegaram ao fim, de um total de 63 mil em todo o país;
Demanda reprimida de licenciamentos ambientais:demanda reprimida de aproximadamente 28.400 processos de licenciamento protocolados até a data de 10/11/2010 na sede do Instituto Ambiental do Paraná – IAP e em seus Escritórios Regionais que, em muitos casos, prejudica o desenvolvimento de atividades econômicas de grande interesse do Estado, assim como pode representar prejuízo ambiental, uma vez que parte dos empreendimentos dependentes desses licenciamentos implanta-se à revelia, sem a obediência a critérios mínimos;
Grandes municípios em situação caótica quanto à destinação do lixo: utilização de áreas em caráter emergencial, aterros sem licenciamento, licenciamentos embargados por conflitos entre o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA / Instituto Ambiental do Paraná – IAP, lixões a céu aberto, empreendimentos sob ações judiciais;
Poluição sem controle em todas as bacias hidrográficas:deficiências graves de implementação da Política Estadual de Recursos Hídricos já consolidada que dê início a reversão, em médio prazo, da situação caótica atualmente instalada, com especial gravidade na Bacia do Alto Iguaçú, pela falta de uma política integrada de responsabilidade exclusiva do Governo do Estado, não limitada aos municípios e empreendedores individuais;
Situação deplorável das unidades de conservação da biodiversidade: por falta de efetivação da implantação e manutenção das Unidades de Conservação estaduais como instrumentos de conservação do patrimônio natural, paisagístico e cultural do Estado e como âncoras para o desenvolvimento local, regional e estadual na área turística.
Fontes: Gazeta do Povo e site do Beto Richa
O diagnóstico foi elaborado com base em informações encaminhadas pela equipe de transição do atual governador, Orlando Pessuti (PMDB). Das 165 informações solicitadas, aproximadamente 70% foram respondidas até o momento, segundo a equipe de Beto Richa. Também participaram da elaboração do relatório uma equipe de 44 técnicos.
“Não há como negar que a situação é bastante delicada em todas as áreas, com destaque para saúde, educação, segurança e nas finanças do estado. Cabe ao novo governo o desafio de reverter essa situação e temos um planejamento para isso, com um choque de gestão”, afirmou Carlos Homero Giacomini, coordenador da equipe de transição.
O governador eleito apresentou, à Assembleia Legislativa do Paraná, uma série de propostas de emenda à Lei Orçamentária. Os projetos preveem aditivos no valor de R$ 202 milhões, para cobrir despesas em áreas como saúde, educação, agricultura, meio ambiente, trabalho e assistência social.
A reportagem da Gazeta do Povo tentou ouvir o atual governo, mas ninguém foi localizado para comentar o relatório.
Relatório Parcial do Site do Beto Richa
Gestão para Resultados
O Paraná precisa de mudanças para alcançar um novo patamar de desenvolvimento social, econômico e ambiental. O Governo do Paraná precisa de renovação para que sejam saneados os inúmeros problemas já detectados (diagnóstico a seguir) e para que a administração desenvolva sua capacidade organizativa para a mudança.
O Novo Governo fará cumprir, fielmente, os compromissos assumidos com a população: toda a administração seguirá o que estabelece o documento “Metas de Governo 2011-2014”, aprovado nas eleições, e suas adaptações a novas necessidades demandadas pela sociedade paranaense.
A Máquina Governamental, no Novo Governo, empreenderá um grande esforço de combate à gestão rotineira buscando qualidade e agilidade nos serviços, em sintonia com os diversos segmentos da população e com as demandas legítimas do terceiro setor e do setor produtivo, na busca de resultados que impactem na melhoria da qualidade de vida da população.
O Novo Governo tem compromisso com a ação para a mudança e vai promover a boa agenda de Gestão para Resultados.
Objetivos da Agenda de Gestão para Resultados
Investir no desenvolvimento do servidor público Implantar modelo de gestão pública para resultados Aumentar a capacidade de investimento Promover justiça fiscal Reorganizar a máquina administrativa Implantar planejamento intersetorial integrado Apoiar a melhoria da qualidade dos serviços municipais Reestruturar a atuação institucionaldo Governo no nível regional Constituir arranjos supramunicipais – consórcios e redes de cidades – para ações de Governo Aumentar a transparência e o controle social do Estado aproximando Governo e cidadão Promover arranjos de cooperação para governança entre instâncias públicas, empresariais e terceiro setor Melhorar o ambiente de negócios Aglutinar as forças políticas do Paranámelhorando a capacidade reivindicatória do Estado Respeitar contratos juridicamente perfeitos
Gestão para Resultados: Ações imediatas com início no primeiro dia de Governo*
* Medidas em fase de detalhamento
** Enfrentamento dos problemas detectados na transição, manutenção e ampliação de serviços, investimentos (projetos, captação de recursos, licitações, execução)
Diagnóstico preliminar
A Equipe de Transição do Governador Eleito Beto Richa fundamentou este trabalho de diagnóstico da realidade do Governo do Paraná em dados e informações disponíveis e em relatórios encaminhados pela equipe do atual Governo. Essas informações foram trabalhadas por grupos temáticos e, neste Relatório, são apresentadas tão-somente as sínteses dos estudos temáticos e nas áreas que apresentam problemas mais evidentes e de importante repercussão para os primeiros dias do Novo Governo.
No entanto, algumas informações de grande relevância para o conhecimento da realidade do governo do Estado não foram encaminhadas pelo atual governo, em especial questões relativas ao quadro financeiro desse período e também a estudos prévios de “fechamento” do exercício de 2010.
Esses dados, além de terem sido requisitados de forma objetiva, não são de solicitação imprópria e a sua essa falta nos traz grande preocupação, uma vez que se trata de final de exercício e, especialmente um final de mandato, quando essas projeções normalmente se encontram prontas visando o cumprimento da legislação, especificamente da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF - Lei Complementar nº 101/2000), que impõe regras precisas sobre o resultado final do balanço orçamentário-financeiro de um governo.
O artigo 42 dessa Lei apresenta o seguinte texto: “É vedado ao titular de Poder ou órgão (...), nos dois últimos quadrimestres do seu mandato, contrair despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito.”
Uma perspectiva de descumprimento dessa Lei é extremamente preocupante pelo significado objetivo que é o de deixar como herança um Governo sem recursos em caixa no Tesouro Público e, ainda, com compromissos a serem pagos já no começo de 2011, decorrentes de decisões de gastos nos últimos meses.
Outra linha de informações que foi solicitada também não teve resultado. Solicitou-se ao atual governo a relação de Atos (Leis, Decretos, Portarias, Resoluções etc.) de política tributária, administrativa e financeira que, nas suas vigências, resultassem em decréscimos (a chamada “renúncia fiscal”) ou mesmo antecipações de receitas, para que fossem analisados, pela equipe de transição do novo Governo, os estudos de impacto financeiro e quais as medidas previstas visando suas compensações, tal como se exige também pela LRF no seu artigo 14. Aqui também, mais do que o cumprimento legal, tem gravíssimo efeito para as contas públicas o decréscimo de receita decorrente de qualquer ato que retire receita pública a partir de benefício fiscal assumido em final de gestão, ou por antecipações de receita de competência do exercício seguinte, sem o devido estudo e cuidado com o equilíbrio financeiro de um governo que tem grandes responsabilidades com a sociedade.
Também, sobre a condição orçamentária, observou-se numa análise inicial da Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2011, apresentada pelo atual Governo, que para funções essenciais nas áreas de Saúde, Educação, Segurança, Agricultura e Abastecimento, Infraestrutura e outras, os valores previstos são insuficientes para o cumprimento de custeio de pessoal, de contratos e compromissos vigentes. Assim, despesas que se assumem em nome do Estado em final de um governo, e receitas que são renunciadas nesse período de conclusão, têm o efeito de afrontar a lei e a responsabilidade com a população.
Observa-se, ainda, outra circunstância que será enfrentada: obras de unidades sociais, algumas poucas concluídas e outras que ainda serão finalizadas no ano de 2010, e para as quais não se programaram recursos orçamentários para a devida operacionalização (despesas com pessoal, com equipamentos, materiais de consumo etc.).
Medidas serão tomadas pelo novo Governo do Paraná para enfrentar esse quadro que se apresenta. Caberá, também, ao Poder Legislativo, através do Tribunal de Contas do Estado, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, tomar as suas medidas de competência.
A população do Paraná terá a todo o momento a apresentação da real situação institucional, administrativa e financeira do Estado e terá sempre, no governo Beto Richa, a responsabilidade da verdade e da realização dos compromissos que visam o desenvolvimento econômico e social do nosso Estado.
Assim, a seguir, são apresentados os pontos de grande atenção que devem ser de conhecimento público, reveladores da real situação do Governo do Estado do Paraná, nesse final de 2010:
Extrapolação do limite financeiro para a cobertura de serviços de saúde de média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar sob gestão estadual vem ocorrendo há vários meses, com gastos superiores aos recursos transferidos fundo a fundo pelo Ministério da Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde, num total de aproximadamente R$ 4,5 milhões mensais, com consequentes cortes lineares de serviços de forma progressiva em prejuízo da população, e com perspectiva de ampliação do déficit para R$ 6 milhões mensais, por iminente reajuste da tabela de preços em algumas áreas;
Recursos orçamentários insuficientes para cumprir a Constituição Federal na saúde: a Lei Orçamentária Anual de 2011, para o setor de saúde, prevê recursos no montante de R$ 2.565.828.500,00 e que, para cumprir a Emenda Constitucional nº. 29, a qual prevê a aplicação mínima de 12% da Receita Corrente Líquida – RCL no setor, conforme preconizado pela resolução do Conselho Nacional de Saúde, seria necessário uma previsão a maior, da ordem de R$ 356 milhões, para 2011;
Redução de recursos orçamentários na saúde, em relação ao orçamento 2010 em algumas áreas como: Assistência Farmacêutica (de R$ 205.648.690,00 para R$ 137.716.420,00) e Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência – SIATE(de R$ 24.769.610,00 para R$ 24.094.020,00);
Insuficiência do estoque de medicamentos: o estoque de medicamentos da farmácia especial, adquiridos pela Secretaria de Estado da Saúde – SESA, deverá durar somente até fevereiro de 2011 e só foram empenhados os valores devidos ao Consórcio Paraná Medicamentos até agosto de 2010, sem previsão de empenho para os outros meses, o que põe em risco o abastecimento face os prazos relativos aos procedimentos legais de compra;
Problemas na distribuição de medicamentos: o orçamento da Secretaria de Estado da Saúde – SESA referente ao último trimestre de 2010 ainda não foi liberado e que, com isso, estão sendo cancelados empenhos anteriores ainda não liquidados, o que deve gerar demandas administrativas e judiciais futuras, bem como a postergação do funcionamento de hospitais por falta de equipamentos e restos a pagar que comprometerão o Orçamento de 2011;
Dívidas com os Consórcios de Saúde: a Secretaria de Estado da Saúde – SESA tem dívidas de repasse de recursos para os Consórcios Intermunicipais de Saúde, como o Consórcio Paraná Saúde, com três meses de repasses atrasados, perfazendo um total de cerca de R$ 3,2 milhões;
Falta de condições para atendimento em hospitais públicos: existência de dezenas de hospitais inaugurados semi-acabados, com inadequações de ordem estrutural, insuficiência de equipamentos e precariedade de quadro de pessoal, da ordem de 4.000 profissionais de diversas categorias, que impossibilitam seu adequado funcionamento no curto prazo;
Salas de aula em número insuficiente: descumprimento da Lei com a abertura de 120 turmas em turno intermediário no ano letivo de 2010 e o planejamento da repetição do procedimento para 2011 (87 turmas previstas) pela administração atual, face a insuficiência da previsão de ampliações e construção de salas de aula em tempo hábil;
Funcionamento de escolas em caráter precário:existência de inconformidades que impossibilitam a autorização de funcionamento em cerca de 1.500 unidades escolares estaduais (problemas estruturais, licenciamento do corpo de bombeiros etc.) por parte do Conselho Estadual de Educação;
Insuficiência de recursos do Estado para o transporte escolar: os recursos previstos para o Transporte Escolar na Lei Orçamentária Anual 2011 praticamente repetem os valores do exercício anterior (cerca de R$ 27 milhões) e, somados aos repasses do Programa Nacional do Transporte Escolar, são considerados insuficientes pelos Municípios, a quem cabe a organização e operação do serviço, situação que se repete há muitos anos;
Professores em número insuficiente: face às alegadas limitações orçamentárias, foram autorizadas contratações de apenas 9.550 professores temporários para o início do próximo ano letivo, número que, comparado ao atual, indica que as necessidades para o início de 2011 não serão supridas;
Problemas na municipalização da educação: ocorrência de situação de dualidade administrativa em 825 unidades escolares, o que gera problemas diversos, principalmente para a expansão de atividades escolares, tanto pelos Municípios quanto pelo Estado;
Descumprimento de regras que podem afetar a merenda escolar: a atualização do funcionamento dos Conselhos de Alimentação Escolar se encontra pendente e a prestação de contas não está regularizada junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE(descumprimento das normas previstas na Lei 11.947/2009 e na Resolução 38/2009, por conta da forma irregular de aquisição de itens provenientes de entidades não vinculadas ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF), com potencial comprometimento de futuros repasses de recursos e consequente desabastecimento de gêneros alimentícios para a merenda escolar;
Atrasos no prazo de conclusão de obras na educação: existência de 333 obras em andamento na área da educação, num montante de R$ 136.809.534,96, com previsão de atraso nos prazos de conclusão em aproximadamente 280 delas;
Acúmulo de problemas na manutenção das escolas:levantamentos feitos pelos Núcleos da Educação apontam situações críticas de moderadas a graves, em várias unidades escolares, perfazendo um total aproximado de R$ 125 milhões a serem investidos para atendimento dessas necessidades; Recursos municipais para o esporte retidos indevidamente:Ação Civil Pública de nº 2008.70.00.004197-0 (Ministério Público Federal), condenou a Paraná Esporte a repassar de imediato, aos municípios, recursos retidos indevidamente de 2005 a 2008, num montante de R$ 5.362.405,55, inviabilizando suas atividades de rotina (Operação Viva o Verão), pela não suplementação orçamentária por parte do Tesouro do Estado;
Redução de recursos para o esporte: a Proposta Orçamentária para área de Esporte, em 2011, foi reduzida em 45%, se comparada a 2010, o que inviabiliza a manutenção da atual estrutura administrativa e a realização dos jogos oficiais, havendo solicitação de teto orçamentário adicional para as despesas de custeio e investimento;
Descumprimento das obrigações governamentais com o Fundo Previdenciário dos servidores estaduais do Paraná: conforme o Tribunal de Contas do Estado o referido Fundo necessita de medidas administrativas e financeiras que corrijam desequilíbrios e revertam o passivo que, em 30/06/2010, traduzia-se em déficit de R$ 3,204 bilhões, acumulado nos últimos anos, com proposta de Plano de Custeio tecnicamente polêmica e apresentada sem tempo suficiente para adequada discussão;
Antecipação de utilização de receita: o Governo do Estado antecipou contrato com a Caixa Econômica Federal – CEF (firmado em 18/11/2010) de gestão da folha de pagamentos dos beneficiários da ParanaPrevidência, referente ao período de 10/01/2011 a 10/01/2016, no valor de R$ 90 milhões, com apropriação imediata de 1/3 deste valor pelo tesouro estadual;
Preocupação com medidas que apontam para a concessão de “incentivos fiscais” que ferem a Lei de Responsabilidade Fiscal (ausência de estudos de impacto financeiro e de medidas de compensação):como a proposta que concede benefício de crédito presumido, no percentual equivalente a 9% das saídas internas e interestaduais, por dois anos, às usinas produtoras de álcool etílico anidro e álcool etílico hidratado, o que se traduziria em renúncia fiscal de aproximadamente R$ 170 milhões/ano, sem amparo do Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ (Decreto do Governo do Paraná publicado em 16/11/2010);
Alertas com relação a procedimentos de compensação de dívidas tributárias através de resgate de precatórios: o poder executivo realizou, em período recente, diversos encaminhamentos de ordem legislativa, sem os devidos posicionamentos jurídicos formais e em conflito com a Emenda Constitucional 62/2009, a fim de promover compensação de dívidas tributárias com resgate de precatórios;
Despesas com pessoal próximas do limite máximo (prudencial) da Lei de Responsabilidade Fiscal: os gastos com pagamento da folha de pessoal atingiram 45,03% das receitas correntes líquidas no segundo quadrimestre de 2010, próximos ao limite prudencial de Lei (que é de 46,55%) o que é preocupante e exige especial atenção à todos os procedimentos de evolução de salários, carreiras e quadro de pessoal, num primeiro momento;
Necessidade de reforço ao controle sanitário:a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento – SEAB tem parte expressiva de suas Unidades Veterinárias atuando com quadro temporário (a vencer em fevereiro de 2011), o que configura situação relevante para a sustentação da prevenção, controle e erradicação de pragas e doenças, a mais premente delas, a iminente conquista do status de área livre de febre aftosa sem vacinação;
Subversão na ordem de prioridades e destinação de recursos: consulta do Governo Estadual ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão do Governo Federal, com o intuito de alterar o convênio com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), com a finalidade de utilizar verbas de superávit financeiro (R$ 430 milhões em 2009) da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) em obras e serviços exteriores ao porto, para investimento em infraestrutura em outros setores do transporte, por ora sustada por decisão liminar expedida pela Justiça Federal;
Dívida e incapacidade operacional preocupantes no setor de habitação:o valor da dívida do Estado do Paraná com o Governo Federal, por conta da renegociação dos débitos da Companhia de Habitação do Paraná – COHAPAR,é de R$ 450.731.877,53 e há necessidade de desembolso de aproximadamente R$ 12 milhões pela COHAPAR junto à Caixa Econômica Federal – CEFpara que se possa retomar o andamento das obras de 3.376 unidades habitacionais inacabadas em dezenas de municípios do Paraná e, ainda, que novos contratos com a CEF só poderão ser celebrados mediante a quitação de dívidas no montante de R$ 113 milhões, só em 2011;
Gastos injustificados sem planejamento:recente publicação de uma série de editais de licitação do Governo do Estado, num total aproximado de R$ 25 milhões, correspondentes à elaboração de projetos para a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) relacionados a obras não previstas em orçamento e em final de mandato;
Atenção especial às condições das Empresas Públicas do Paraná: Relatórios técnicos, financeiros e de gestão das Empresas Públicas vêm sendo minunciosamente analisados com vistas ao reforço de sua natureza pública, de gestão responsável, eficiente, e de seu equilíbrio financeiro voltados ao desenvolvimento do Paraná;
Estradas Estaduais com problemas: conforme avaliação técnica, a Malha Rodoviária Estadual apresenta as seguintes condições de conservação: ruim em 10,3%, regular em 28,9%, boa em 55,0% e ótima em 5,8%, os custos anuais necessários para manutenção são da ordem de R$ 768 milhões/ano (Programa Rodoviário de Ações para o Crescimento Econômico-Social do Paraná – PRORODAR);
Valores das tarifas do pedágio sem equacionamento:as tarifas do pedágio constituem um importante gargalo logístico indireto em função de seus altos valores, que oneram os custos de produção; a questão perniciosamente politizada não tem recebido adequado tratamento técnico e jurídico, ficando o governo, inclusive, aquém da utilização plena dos dispositivos legais a ela pertinentes;
Aquisições exorbitantes na área de informática: avaliação do conjunto de licitações em andamento no âmbito do Governo do Estado / Companhia de Informática do Paraná – CELEPAR, no segundo semestre de 2010, relativas à Tecnologia de Informação e Comunicação – TIC, totalizam valores comprometidos em torno de R$ 200 milhões; deste volume, cerca de R$ 30 milhões são necessários para garantir os serviços do governo sem soluções de continuidade, o restante deveria merecer melhor análise técnica, além de projetar compromissos de pagamento para todo o período de 2011-2014, gerando dificuldades orçamentárias e financeiras ao novo governo;
Falta de previsão orçamentária realista para a implantação da Defensoria Pública do Estado do Paraná:a Defensoria aguarda regulamentação desde que foi criada em 1991 (Lei Complementar nº 55 – 04/02/1991) e é compromisso do Governo Beto Richa regulamentá-la e implementá-la com racionalidade, de forma sustentável e a partir de estudos técnicos que projetem previsões orçamentárias realistas;
Precariedade do Sistema Penitenciário: o Sistema Penitenciário do Paraná conta com cerca de 15.000 vagas nos regimes provisório, fechado e semi-aberto, e que aproximadamente 14.000 pessoas se encontram provisoriamente encarceradas em delegacias em todo o Estado (a maior quantidade de presos recolhidos em cadeias públicas do país) perto de 5.000 delas, inclusive, já condenadas, o que demanda a conclusão e construção de novas unidades prisionais, com o devido provimento de pessoal, bem como o avanço conceitual do sistema no sentido da ressocialização dos infratores com adequado retorno ao convívio social;
Descumprimento de prazos em prejuízo do Sistema Penitenciário: descumprimento de prazos por parte do Governo do Estado / Departamento Penitenciário no que tange a indicação de terrenos com as devidas licenças ambientais para a ampliação de 6.000 vagas no Paraná para presos provisórios (Casas de Custódia), o que coloca em risco a devida utilização de R$ 70 milhões do Governo Federal, reservados para essa finalidade;
Inquéritos inacabados em casos de homicídios: quadro apresentado pelo Conselho Nacional do Ministério Público coloca o Paraná como campeão em inquéritos policiais inacabados envolvendo homicídios. Segundo o relatório, o estado acumulou até 2007, 9,3 mil casos de assassinatos em que as investigações não chegaram ao fim, de um total de 63 mil em todo o país;
Demanda reprimida de licenciamentos ambientais:demanda reprimida de aproximadamente 28.400 processos de licenciamento protocolados até a data de 10/11/2010 na sede do Instituto Ambiental do Paraná – IAP e em seus Escritórios Regionais que, em muitos casos, prejudica o desenvolvimento de atividades econômicas de grande interesse do Estado, assim como pode representar prejuízo ambiental, uma vez que parte dos empreendimentos dependentes desses licenciamentos implanta-se à revelia, sem a obediência a critérios mínimos;
Grandes municípios em situação caótica quanto à destinação do lixo: utilização de áreas em caráter emergencial, aterros sem licenciamento, licenciamentos embargados por conflitos entre o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA / Instituto Ambiental do Paraná – IAP, lixões a céu aberto, empreendimentos sob ações judiciais;
Poluição sem controle em todas as bacias hidrográficas:deficiências graves de implementação da Política Estadual de Recursos Hídricos já consolidada que dê início a reversão, em médio prazo, da situação caótica atualmente instalada, com especial gravidade na Bacia do Alto Iguaçú, pela falta de uma política integrada de responsabilidade exclusiva do Governo do Estado, não limitada aos municípios e empreendedores individuais;
Situação deplorável das unidades de conservação da biodiversidade: por falta de efetivação da implantação e manutenção das Unidades de Conservação estaduais como instrumentos de conservação do patrimônio natural, paisagístico e cultural do Estado e como âncoras para o desenvolvimento local, regional e estadual na área turística.
Fontes: Gazeta do Povo e site do Beto Richa
A Guerra no Rio, quanto vale uma vida?
A guerra no Rio de Janeiro faz mais vítima.Quanto Custa uma vida no Brasil. A Vida no Brasil não vale nada, se quem morreu não era eleitor, não é político ou outra autoridade do alto escalão. O cidadão só passa a ser importante no País após os 16 anos de idade? Principalmente durante a campanha eleitoral, o político olha para o eleitor vê apenas um número na frente, não percebe que este número visualizado por ele é um ser humano, com coração, com sangue correndo nas veias, com sentimentos. Quando ocorre um episódio como este que vitimou uma adolescente de 14 anos, baleada nas costas, durante o conflito entre a PM e criminosos na Vila Cruzeiro, na Penha, no subúrbio do Rio, provoca indignação e revolta.Segundo parentes, a estudante estava em casa, mexendo no computador, quando foi atingida pelo tiro. Ela já chegou morta ao Hospital Getúlio Vargas, na Penha.
Na porta da unidade de saúde, a família chorava. Num gesto de desespero, o pai da vítima se dirigiu aos prantos aos policiais que estavam próximo, e batendo palmas disse: "Parabéns, a operação de vocês matou mais um inocente".
Chega de violência e de impunidade, de leis brandas que favorecem a atuação e a conduta criminosa dos bandidos e dos políticos. Este é um momento de reflexão para a nossa sociedade. É esta sociedade que desejamos, que ceifa uma vida como se fosse uma brincadeira no jogo de game no computador, uma sociedade onde poucos são privilegiados e afortunados enquanto a maioria passa necessidades primárias como fome, desemprego, falta de educação, falta de segurança, dentre tantas outras. Num momento como este não podemos discutir este episodio sob a emoção, a questão da criminalidade é bem mais ampla. Diminuir ou não a maioridade para 16 anos para punir os infratores que cometerem algum delito não vai mudar o quadro atual, mas poderá reduzir a criminalidade. Falta vontande política em resolver a questão, principalmente se tratando da fonte geradora da violência que é o crime organizado. Muitos jovens com idade de 16 anos ou menos são aliciados e recrutados na milícia, no exercito das drogas que exercem um poder sobre toda sociedade. Muitos jovens quando praticam o crime, o pratica com intuito de arrumar dinheiro para pagar as drogas.
Na porta da unidade de saúde, a família chorava. Num gesto de desespero, o pai da vítima se dirigiu aos prantos aos policiais que estavam próximo, e batendo palmas disse: "Parabéns, a operação de vocês matou mais um inocente".
Chega de violência e de impunidade, de leis brandas que favorecem a atuação e a conduta criminosa dos bandidos e dos políticos. Este é um momento de reflexão para a nossa sociedade. É esta sociedade que desejamos, que ceifa uma vida como se fosse uma brincadeira no jogo de game no computador, uma sociedade onde poucos são privilegiados e afortunados enquanto a maioria passa necessidades primárias como fome, desemprego, falta de educação, falta de segurança, dentre tantas outras. Num momento como este não podemos discutir este episodio sob a emoção, a questão da criminalidade é bem mais ampla. Diminuir ou não a maioridade para 16 anos para punir os infratores que cometerem algum delito não vai mudar o quadro atual, mas poderá reduzir a criminalidade. Falta vontande política em resolver a questão, principalmente se tratando da fonte geradora da violência que é o crime organizado. Muitos jovens com idade de 16 anos ou menos são aliciados e recrutados na milícia, no exercito das drogas que exercem um poder sobre toda sociedade. Muitos jovens quando praticam o crime, o pratica com intuito de arrumar dinheiro para pagar as drogas.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Escola Voluntária
Escola Voluntária: O vencedor da décima edição do Prêmio Escola Voluntária é o Colégio Positivo de Telêmaco Borba (PR) com o "Clube de Matemática Solidário"! O Prêmio ocorreu nesta terça-feira dia 23/11/2010
A professora Mônica Soltau da Silva, também do Colégio Positivo Telêmaco Borba (PR), recebeu o prêmio Educador Destaque.
Parabéns aos alunos e aos professores por essa grande conquista.
O Escola Voluntária é uma parceria entre a Rádio Bandeirantes e a Fundação Itaú Social.
Joelmir Beting apresenta a oitava reportagem finalista com o projeto "Clube de Matemática Solidário", do Colégio Positivo, de Telêmaco Borba-PR.
Confira!
Ouça aqui: http://migre.me/2rg05
Download: http://migre.me/2rg3t
Fonte Rádio Bandeirantes e Escola Voluntária
A professora Mônica Soltau da Silva, também do Colégio Positivo Telêmaco Borba (PR), recebeu o prêmio Educador Destaque.
Parabéns aos alunos e aos professores por essa grande conquista.
O Escola Voluntária é uma parceria entre a Rádio Bandeirantes e a Fundação Itaú Social.
Joelmir Beting apresenta a oitava reportagem finalista com o projeto "Clube de Matemática Solidário", do Colégio Positivo, de Telêmaco Borba-PR.
Confira!
Ouça aqui: http://migre.me/2rg05
Download: http://migre.me/2rg3t
Fonte Rádio Bandeirantes e Escola Voluntária
Resultado VESTIBULAR FATI-FAJAR 2011
Resultado VESTIBULAR FATI-FAJAR 2011PARABÉNS AOS CALOUROS da FATI e da FAJAR!
ADMINISTRAÇÃO - FATI
Nome:
Gabriel Leandro de Melo - 1º LUGAR GERAL
Adriana Maria Ferreira
Adriana Sardinha
Aguinaldo Felix da Silva
Alan de Melo
Aline Apª dos Santos
Almir Marcondes Ribas
Anderson dos Santos
Andressa Miguel da Silva
Bruno dos Santos Paulino
Cezar Gomes de Faria
Claudia Franciane Rodrigues de Oliveira
Dayane Sobjeiro Michalowski
Diego Vilão Leite
Douglas Apº Camargo
Douglas S. Paes
Edilene de Fátima Prado
Elaine Apª de Oliveira
Eliel Rodrigues
Emannuel Neves Teixeira
Éric Fernandes Martins Chaves
Eronildo José Gonçalves
Evelise Cristina Ortis
Evelize Apª Prado
Francisco Alcantara de Almeida Bueno
Geovana de Almeida da Silveira
Gilliard Lepinsck
Giseli Marins
Gislaine de Oliveira
Helio Sandro dos Santos
Hellen Chary
Israel Bueno
Izabelle Mayza de Almeida
Jeferson Farias Alves
Jennifer de Oliveira Prestes
Jésus Ferreira de Camargo
Jhonny Pereira Tavares
João Alberto Ferreira de Almeida
João Henrique da Silva Lopes
Juliana Koxne
Juliano de Freitas
Karen Francielle Machado
Karina Garcia da Silva
Kenython Alex Coldibeli
Laércio Pereira
Leila Dadieliski Guimarães
Luan de Oliveira Silva
Lucas Leonidas Miranda
Luciano Bonfim Monteiro
Luiz Gustavo de Matos
Maicon Jean Pot
Manoel Henrique Teixeira
Marcio Cordeiro Batista
Marcos José Legat Filho
Marcos Roberto Glapinski
Maria Apª Lopes Ladeira
Marino Junior Gouveia
Marzeli Aparecida de Jesus
Mirian Gomes Sardinha
Odair José de Paula
Osvaldecir Moreira
Otoniel Jean Goreski
Oziel Rodrigues
Patricia Prestes Teixeira
Paulo Sergio de Freitas
Pedro Darlei de Lima
Rafael Apº de Rezende
Raquel Apª de Souza
Renata Soares da Silva
Rodrigo Carneiro
Sabrina Izabel Chagas
Sidney Inocêncio dos Santos
Simone Priscila Teixeira Bueno
Taize Mayara de Mello Medeiros
Tamires Prestes Teixeira
Tatiane da Rosa Oliveira
Thaina Silva do Nascimento
Thainni Francieli da Veiga
Thiago Pinheiro Santinoni
Tiago de Melo Miranda
Vanderlei Rodrigues Junior
Vanessa da Silva do Prado
Vanessa Sutil de Oliveira
Vanessa Taufer de Oliveira
Wanderson Ribas
PEDAGOGIA - FATI
Nome:
Daniela Apª Furquim – 1º LUGAR
Adriele Apª Kusdra
Ana Paula Araujo de Mattos
Angela Maria da Silva
Anny Cybele da Silva
Ariane Aparecida Pires de Sousa
Biara Nadine Moreira Ferraz
Bruno Henrique de Souza
Catarina de Almeida Diniz
Cenilda Elisabete Gonçalves
Diogo Elizio Dutra
Edina de Souza Ribeiro
Fabiana Aparecida Alves
Fabiana Caitano Gomes
Flavia dos Santos Silva
Ivane Maria Brites
Jacqueline Bianca Salto de Araujo
Juliana Apª Morais
Juliana de Freitas Guedes
Katia Ferreira Terres
Leila dos Santos Costa
Lidia Cristina Carriel Pereira
Lisiane Patricia Mendes Ferreira
Loanda de Oliveira Mendes
Luiz Henrique de Souza Soares
Mayara Priscila da Silva
Mayara Sokolowski Evangelista
Rosandra Cibele de Toledo
Rosemery de Morais
Silvana Gomes
Silvia Apoena Santos Ribeiro
DIREITO - FAJAR
Nome:
Gabriel José Leal da Silva – 1º LUGAR
Alcimara Simone Miranda
Amanda Cecilia Queje
Ane Cristiele Simão
Antonio Joaquim Moreno
Bruna Brugnari Chaowiche
Carla Cristina da Rosa
Cleverson Marcos Fernando dos S. Tiepo
Cristina Del Anhol Santos Sembarski
Diego Antonio de Matos
Douglas Renan Urias de Souza
Edelmira das Graças Pires
Eliel Mendes dos Santos
Emanuel Henrique Domingues Vaz
Evelize Scheuer
Everson Michel Ribeiro
Felip de Lima da Silva
Felipe Ivan Hoffmann
Francielly Sampaio Baitala de O. Jorge
Francisco Leopoldo Guedes
Gabriel da Silva Oliveira
Giane Apª Salto Araujo
Gilmar Luiz Zamboni
Gustavo Ricardo de Souza Corrêa
Helena Cristina Rodrigues Honorato
Henrique Barbosa dos Santos
Igor Rodrigues Alexandrino
Jackson Farias de Araujo
Jéssica de Morais Valentini
Jhennyffer Teixeira Rodrigues
João Sullivan Silva da Luz
Jose Rodrigo Mello Menta
Juliane Ribeiro da Silva
Kelly do Nascimento
Luiz Renato Santos Costa
Marcos Edson Chaowiche
Mayara de Azevedo das Dores
Nadine Ribeiro dos Santos
Nivaldo David João Pereira
Paula Maria Ayres Carneiro Takano
Randall Basílio Moreno Filho
Ribamar José Brandelero Vitória
Rosenéia Macan
Rulliane Scheidt
Sheron Mendes Batista
Tuane Fernanda Simões
Ulissiana Apª da Silva
Vinicius Leonardo Barbosa
Waleska dos Santos Rodovanski
ENGENHARIA FLORESTAL - FAJAR
Nome:
Kennedy da Barros Matos – 1º LUGAR
Alan Emanoel de Souza
Alexsandro da Silva
Aline Fernandes da Silva
Antonio Carlos Soares
Antonio José Scorupski
Antonio Marcos Rodrigues
Barbara das Graças da Silva
Carla Priscila Gomes
Carlos Alberto Henning
Dario Esteves Junior
Edinaldo Aparecido Orador
Edson Antonio Lopes da Silva
Elisandra dos Anjos Martins
Enelice das Graças P. Halat
Ezequiel José Gonçalves
Fabio dos Santos Moreira
Fernando Almeida da Silva
Fernando Mendes Santos Ferreira
Franciele Barbosa
Gabriel Biglia Wasilewski
Gabriel Furlani Hummel
Gabrielle Freitas de Camargo
Gesibel Ferreira Rosa
Gilberto Veiga
Gilson da Silva
Gislaine Cristina Henning
Gizeli Paula de Oliveira
Guilherme Castanho de Lara
Helen Nataly da Costa
Heros Danilo Mainardes Fonseca
Isaias de Jesus Santana Filho
Jaqueline Apª de Oliveira
Jeferson Brizola das Chagas
Jefferson de Pizzol
Jéssica Stefani Albergoni
Jhonnatas Teixeira Rodrigues
João Manuel Xavier
Jomilson Fernandes Pereira
José Carlos Leite Bueno
Karyne Messias Bufalo
Kauana M. Fernandes de Melo
Leandro Walylo
Leticia Pontes Passos
Lidiane Barros Bronguel
Lucas Henrique Carneiro
Maele Pereira
Marcio Henrique Rosa
Marcos André Pereira
Marcos Vitor Soares
Mariana Dorigon Bantle
Mariana Izabel Contiero
Marijane da Silva
Marino Amaro Moreira
Mario Canha Junior
Marlus Alves de Souza
Maryn Anne Lopes Teixeira
Matheus Benedictus dos Santos e Sousa
Paulo Antonio Mikulis
Reges Trindade
Renata Francini Pereira
Rubiane Culas Cordeiro
Taila Daniela Xavier da Silva
Valdair Ferreira de Lima
Valmir Ferreira de Lima
Vanderson Teixeira Moreira
Vinicio Krubniki
Wellen Cristiny Levandoski
TECNOLOGIA EM BIOCOMBUSTÍVEIS - FAJAR
Nome:
Ruben de Jong – 1º LUGAR
Ademir Ferreira de Oliveira
Adriano Zado Martins
Alan Barrichelo do Nascimento
Aldo Antonio Penna
Alex Alfredo de Souza
Amanda Campos Hortêncio
Ariane Santos Nascimento
Bruno dos Santos Moreira
Carlos Alberto dos Santos
Cassia Barbosa Turibio
Cassiana Rei de Souza
Charlyne de Rebane Mesquita
Daniele Miranda
Deneval Bueno Neto
Dianatha Krubniki
Edicléia Martins Santos
Eloísa Rodrigues da Silva
Emanuele Lemes Felipe
Felipe de Almeida Rodrigues
Felipe Ferreira Ruivo
Flavia de Souza Bueno
Franklin Willian Caitano
Geraldo Stocco Filho
Gleysson Felipe Martins Brizola
Guilherme Eduardo Barros Bueno
Iara Elisa Pereira de Almeida
Isabelly Cristine Abdala Berehulka
Ivandir Nascimento dos Passos Junior
José Adão de Oliveira
Joselia de Matos
Josiane Furquim de Camargo Boles
Leandro Inocêncio da Silva
Leila Maria André
Lucas Ferreira Terres
Lucas Proença Sene
Luís Gustavo Belasque
Luiz Henrique dos Santos
Maria Eduarda Soares dos Santos
Mariana Pereira de Mello Campos
Marilia Maganhati Fadel
Marlus Henrique da Costa
Mayara Barros Bueno
Michel Muller
Nathan Ferreira de Mello
Nelson Leite Bueno
Paulo Admar Gomes Pereira
Pedro Henrique de Lima
Pedro Ramires da Silva Lima
Raile Oderisom Decol Beneti
Rayne Franciele Santos
Reinaldo Weiss Prevital
Rodolpho Ganeo
Ronaldo Messias
Sandro Roberto Souza Teixeira
Sérgio Francatto Junior
Vittória Bianca Nanni Rinaldi Benato
Wevelyn Weiguert de Lima
Yngledy Felix
Atenção, para matrícula:
Na Secretaria Geral da FATI, quando curso da Faculdade Arapoti, no horário das 8 às 21 horas ou na Secretaria Geral da FAJAR, quando curso da Faculdade Jaguariaíva, no horário das 9 às 21 horas, ficando o candidato ciente de que perderá a vaga, caso não efetive a matrícula nesse prazo.
PARA EFETUAR A MATRÍCULA, O CANDIDATO DEVERÁ APRESENTAR FOTOCÓPIAS AUTENTICADAS DOS SEGUINTES DOCUMENTOS:
1. Certidão de nascimento ou casamento;
2. Comprovante de estar em dia com o serviço militar (sexo masculino);
3. Carteira de identidade;
4. CPF (Cadastro de Pessoa Física);
5. 02 (duas) vias do histórico escolar do ensino médio ou equivalente, podendo ser uma via original e uma cópia autenticada ou duas vias autenticadas;
6. 01 (uma) foto 3 x 4 recente.
Parabéns á todos.
Fonte: http://www.fajar.edu.br/site/
ADMINISTRAÇÃO - FATI
Nome:
Gabriel Leandro de Melo - 1º LUGAR GERAL
Adriana Maria Ferreira
Adriana Sardinha
Aguinaldo Felix da Silva
Alan de Melo
Aline Apª dos Santos
Almir Marcondes Ribas
Anderson dos Santos
Andressa Miguel da Silva
Bruno dos Santos Paulino
Cezar Gomes de Faria
Claudia Franciane Rodrigues de Oliveira
Dayane Sobjeiro Michalowski
Diego Vilão Leite
Douglas Apº Camargo
Douglas S. Paes
Edilene de Fátima Prado
Elaine Apª de Oliveira
Eliel Rodrigues
Emannuel Neves Teixeira
Éric Fernandes Martins Chaves
Eronildo José Gonçalves
Evelise Cristina Ortis
Evelize Apª Prado
Francisco Alcantara de Almeida Bueno
Geovana de Almeida da Silveira
Gilliard Lepinsck
Giseli Marins
Gislaine de Oliveira
Helio Sandro dos Santos
Hellen Chary
Israel Bueno
Izabelle Mayza de Almeida
Jeferson Farias Alves
Jennifer de Oliveira Prestes
Jésus Ferreira de Camargo
Jhonny Pereira Tavares
João Alberto Ferreira de Almeida
João Henrique da Silva Lopes
Juliana Koxne
Juliano de Freitas
Karen Francielle Machado
Karina Garcia da Silva
Kenython Alex Coldibeli
Laércio Pereira
Leila Dadieliski Guimarães
Luan de Oliveira Silva
Lucas Leonidas Miranda
Luciano Bonfim Monteiro
Luiz Gustavo de Matos
Maicon Jean Pot
Manoel Henrique Teixeira
Marcio Cordeiro Batista
Marcos José Legat Filho
Marcos Roberto Glapinski
Maria Apª Lopes Ladeira
Marino Junior Gouveia
Marzeli Aparecida de Jesus
Mirian Gomes Sardinha
Odair José de Paula
Osvaldecir Moreira
Otoniel Jean Goreski
Oziel Rodrigues
Patricia Prestes Teixeira
Paulo Sergio de Freitas
Pedro Darlei de Lima
Rafael Apº de Rezende
Raquel Apª de Souza
Renata Soares da Silva
Rodrigo Carneiro
Sabrina Izabel Chagas
Sidney Inocêncio dos Santos
Simone Priscila Teixeira Bueno
Taize Mayara de Mello Medeiros
Tamires Prestes Teixeira
Tatiane da Rosa Oliveira
Thaina Silva do Nascimento
Thainni Francieli da Veiga
Thiago Pinheiro Santinoni
Tiago de Melo Miranda
Vanderlei Rodrigues Junior
Vanessa da Silva do Prado
Vanessa Sutil de Oliveira
Vanessa Taufer de Oliveira
Wanderson Ribas
PEDAGOGIA - FATI
Nome:
Daniela Apª Furquim – 1º LUGAR
Adriele Apª Kusdra
Ana Paula Araujo de Mattos
Angela Maria da Silva
Anny Cybele da Silva
Ariane Aparecida Pires de Sousa
Biara Nadine Moreira Ferraz
Bruno Henrique de Souza
Catarina de Almeida Diniz
Cenilda Elisabete Gonçalves
Diogo Elizio Dutra
Edina de Souza Ribeiro
Fabiana Aparecida Alves
Fabiana Caitano Gomes
Flavia dos Santos Silva
Ivane Maria Brites
Jacqueline Bianca Salto de Araujo
Juliana Apª Morais
Juliana de Freitas Guedes
Katia Ferreira Terres
Leila dos Santos Costa
Lidia Cristina Carriel Pereira
Lisiane Patricia Mendes Ferreira
Loanda de Oliveira Mendes
Luiz Henrique de Souza Soares
Mayara Priscila da Silva
Mayara Sokolowski Evangelista
Rosandra Cibele de Toledo
Rosemery de Morais
Silvana Gomes
Silvia Apoena Santos Ribeiro
DIREITO - FAJAR
Nome:
Gabriel José Leal da Silva – 1º LUGAR
Alcimara Simone Miranda
Amanda Cecilia Queje
Ane Cristiele Simão
Antonio Joaquim Moreno
Bruna Brugnari Chaowiche
Carla Cristina da Rosa
Cleverson Marcos Fernando dos S. Tiepo
Cristina Del Anhol Santos Sembarski
Diego Antonio de Matos
Douglas Renan Urias de Souza
Edelmira das Graças Pires
Eliel Mendes dos Santos
Emanuel Henrique Domingues Vaz
Evelize Scheuer
Everson Michel Ribeiro
Felip de Lima da Silva
Felipe Ivan Hoffmann
Francielly Sampaio Baitala de O. Jorge
Francisco Leopoldo Guedes
Gabriel da Silva Oliveira
Giane Apª Salto Araujo
Gilmar Luiz Zamboni
Gustavo Ricardo de Souza Corrêa
Helena Cristina Rodrigues Honorato
Henrique Barbosa dos Santos
Igor Rodrigues Alexandrino
Jackson Farias de Araujo
Jéssica de Morais Valentini
Jhennyffer Teixeira Rodrigues
João Sullivan Silva da Luz
Jose Rodrigo Mello Menta
Juliane Ribeiro da Silva
Kelly do Nascimento
Luiz Renato Santos Costa
Marcos Edson Chaowiche
Mayara de Azevedo das Dores
Nadine Ribeiro dos Santos
Nivaldo David João Pereira
Paula Maria Ayres Carneiro Takano
Randall Basílio Moreno Filho
Ribamar José Brandelero Vitória
Rosenéia Macan
Rulliane Scheidt
Sheron Mendes Batista
Tuane Fernanda Simões
Ulissiana Apª da Silva
Vinicius Leonardo Barbosa
Waleska dos Santos Rodovanski
ENGENHARIA FLORESTAL - FAJAR
Nome:
Kennedy da Barros Matos – 1º LUGAR
Alan Emanoel de Souza
Alexsandro da Silva
Aline Fernandes da Silva
Antonio Carlos Soares
Antonio José Scorupski
Antonio Marcos Rodrigues
Barbara das Graças da Silva
Carla Priscila Gomes
Carlos Alberto Henning
Dario Esteves Junior
Edinaldo Aparecido Orador
Edson Antonio Lopes da Silva
Elisandra dos Anjos Martins
Enelice das Graças P. Halat
Ezequiel José Gonçalves
Fabio dos Santos Moreira
Fernando Almeida da Silva
Fernando Mendes Santos Ferreira
Franciele Barbosa
Gabriel Biglia Wasilewski
Gabriel Furlani Hummel
Gabrielle Freitas de Camargo
Gesibel Ferreira Rosa
Gilberto Veiga
Gilson da Silva
Gislaine Cristina Henning
Gizeli Paula de Oliveira
Guilherme Castanho de Lara
Helen Nataly da Costa
Heros Danilo Mainardes Fonseca
Isaias de Jesus Santana Filho
Jaqueline Apª de Oliveira
Jeferson Brizola das Chagas
Jefferson de Pizzol
Jéssica Stefani Albergoni
Jhonnatas Teixeira Rodrigues
João Manuel Xavier
Jomilson Fernandes Pereira
José Carlos Leite Bueno
Karyne Messias Bufalo
Kauana M. Fernandes de Melo
Leandro Walylo
Leticia Pontes Passos
Lidiane Barros Bronguel
Lucas Henrique Carneiro
Maele Pereira
Marcio Henrique Rosa
Marcos André Pereira
Marcos Vitor Soares
Mariana Dorigon Bantle
Mariana Izabel Contiero
Marijane da Silva
Marino Amaro Moreira
Mario Canha Junior
Marlus Alves de Souza
Maryn Anne Lopes Teixeira
Matheus Benedictus dos Santos e Sousa
Paulo Antonio Mikulis
Reges Trindade
Renata Francini Pereira
Rubiane Culas Cordeiro
Taila Daniela Xavier da Silva
Valdair Ferreira de Lima
Valmir Ferreira de Lima
Vanderson Teixeira Moreira
Vinicio Krubniki
Wellen Cristiny Levandoski
TECNOLOGIA EM BIOCOMBUSTÍVEIS - FAJAR
Nome:
Ruben de Jong – 1º LUGAR
Ademir Ferreira de Oliveira
Adriano Zado Martins
Alan Barrichelo do Nascimento
Aldo Antonio Penna
Alex Alfredo de Souza
Amanda Campos Hortêncio
Ariane Santos Nascimento
Bruno dos Santos Moreira
Carlos Alberto dos Santos
Cassia Barbosa Turibio
Cassiana Rei de Souza
Charlyne de Rebane Mesquita
Daniele Miranda
Deneval Bueno Neto
Dianatha Krubniki
Edicléia Martins Santos
Eloísa Rodrigues da Silva
Emanuele Lemes Felipe
Felipe de Almeida Rodrigues
Felipe Ferreira Ruivo
Flavia de Souza Bueno
Franklin Willian Caitano
Geraldo Stocco Filho
Gleysson Felipe Martins Brizola
Guilherme Eduardo Barros Bueno
Iara Elisa Pereira de Almeida
Isabelly Cristine Abdala Berehulka
Ivandir Nascimento dos Passos Junior
José Adão de Oliveira
Joselia de Matos
Josiane Furquim de Camargo Boles
Leandro Inocêncio da Silva
Leila Maria André
Lucas Ferreira Terres
Lucas Proença Sene
Luís Gustavo Belasque
Luiz Henrique dos Santos
Maria Eduarda Soares dos Santos
Mariana Pereira de Mello Campos
Marilia Maganhati Fadel
Marlus Henrique da Costa
Mayara Barros Bueno
Michel Muller
Nathan Ferreira de Mello
Nelson Leite Bueno
Paulo Admar Gomes Pereira
Pedro Henrique de Lima
Pedro Ramires da Silva Lima
Raile Oderisom Decol Beneti
Rayne Franciele Santos
Reinaldo Weiss Prevital
Rodolpho Ganeo
Ronaldo Messias
Sandro Roberto Souza Teixeira
Sérgio Francatto Junior
Vittória Bianca Nanni Rinaldi Benato
Wevelyn Weiguert de Lima
Yngledy Felix
Atenção, para matrícula:
Na Secretaria Geral da FATI, quando curso da Faculdade Arapoti, no horário das 8 às 21 horas ou na Secretaria Geral da FAJAR, quando curso da Faculdade Jaguariaíva, no horário das 9 às 21 horas, ficando o candidato ciente de que perderá a vaga, caso não efetive a matrícula nesse prazo.
PARA EFETUAR A MATRÍCULA, O CANDIDATO DEVERÁ APRESENTAR FOTOCÓPIAS AUTENTICADAS DOS SEGUINTES DOCUMENTOS:
1. Certidão de nascimento ou casamento;
2. Comprovante de estar em dia com o serviço militar (sexo masculino);
3. Carteira de identidade;
4. CPF (Cadastro de Pessoa Física);
5. 02 (duas) vias do histórico escolar do ensino médio ou equivalente, podendo ser uma via original e uma cópia autenticada ou duas vias autenticadas;
6. 01 (uma) foto 3 x 4 recente.
Parabéns á todos.
Fonte: http://www.fajar.edu.br/site/
Só R$ 25,00: Para Refletir
Só R$25,00
Um homem chegou em casa tarde do trabalho, cansado e irritado encontrou o seu filho de 8 anos esperando por ele na porta .
- "Pai, posso fazer-lhe uma pergunta?"
- "O que é?" - respondeu o homem.
- "Pai, quanto você ganha em uma hora?"
- "Isso não é da sua conta. Porque você esta perguntando uma coisa dessas?", o homem disse agressivo.
- "Eu só quero saber . Por favor me diga, quanto você ganha em uma hora?"
- "Se você quer saber, eu ganho R$ 50 por hora."
- "Ah..." o menino respondeu, com sua cabeça para baixo.
- "Pai, pode me emprestar R$ 25,00?"
O pai estava furioso, "Essa é a única razão pela qual você me perguntou isso? Pensa que é assim que você pode conseguir algum dinheiro para comprar um brinquedo ou algum outro disparate?
Vá direto para o seu quarto e vá para a cama. Pense sobre o quanto você está sendo egoísta",
"Eu não trabalho duramente todos os dias para tais infantilidades."
O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta.
O homem sentou e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do menino.
- Como ele ousa fazer essas perguntas só para ganhar algum dinheiro?
Após cerca de uma hora, o homem tinha se acalmado e começou a pensar.
Talvez houvesse algo que ele realmente precisava comprar com esses R$ 25,00 e ele realmente não pedia dinheiro com muita freqüência.
O homem foi para a porta do quarto do menino e abriu a porta.
- "Você está dormindo, meu filho?", Ele perguntou.
- "Não pai, estou acordado", respondeu o garoto.
- "Eu estive pensando, talvez eu tenha sido muito
duro com você a pouco?", afirmou o homem.
"Tive um longo dia e acabei descarregando em você.
Aqui estão os R$ 25 que você me pediu."
O menino se levantou sorrindo.
"Oh, obrigado pai!" gritou. Então, chegando em seu travesseiro ele puxou alguns trocados amassados.
O homem viu que o menino já tinha algum dinheiro, e começou a se enfurecer novamente.
O menino lentamente contou o seu dinheiro , em seguida olhou para seu pai.
- "Por que você quer mais dinheiro se você já tinha?" - Gruniu o pai.
- "Porque eu não tinha o suficiente, mas agora eu tenho", respondeu o menino.
- "Papai, eu tenho R$ 50 agora. Posso comprar uma hora do seu tempo? Por favor, chegue em casa mais cedo amanhã. Eu gostaria de jantar com você."
O pai foi destroçado...
Ele colocou seus braços em torno de seu filho, e pediu o seu perdão.
É apenas uma pequena lembrança a todos nós que trabalhamos arduamente na vida.
Não devemos deixar escorregar através dos nossos dedos o tempo sem ter passado algum desse tempo com aqueles que realmente importam para nós, os que estão perto de nossos corações.
Não se esqueça de compartilhar esses R$ 50 no valor do seu tempo com alguém que você ama.
Se morrermos amanhã, a empresa para a qual estamos trabalhando, poderá facilmente substituir-nos em uma questão de horas.
Mas a família e amigos que deixamos para trás irão sentir essa perda para o resto de suas vidas.
Um homem chegou em casa tarde do trabalho, cansado e irritado encontrou o seu filho de 8 anos esperando por ele na porta .
- "Pai, posso fazer-lhe uma pergunta?"
- "O que é?" - respondeu o homem.
- "Pai, quanto você ganha em uma hora?"
- "Isso não é da sua conta. Porque você esta perguntando uma coisa dessas?", o homem disse agressivo.
- "Eu só quero saber . Por favor me diga, quanto você ganha em uma hora?"
- "Se você quer saber, eu ganho R$ 50 por hora."
- "Ah..." o menino respondeu, com sua cabeça para baixo.
- "Pai, pode me emprestar R$ 25,00?"
O pai estava furioso, "Essa é a única razão pela qual você me perguntou isso? Pensa que é assim que você pode conseguir algum dinheiro para comprar um brinquedo ou algum outro disparate?
Vá direto para o seu quarto e vá para a cama. Pense sobre o quanto você está sendo egoísta",
"Eu não trabalho duramente todos os dias para tais infantilidades."
O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta.
O homem sentou e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do menino.
- Como ele ousa fazer essas perguntas só para ganhar algum dinheiro?
Após cerca de uma hora, o homem tinha se acalmado e começou a pensar.
Talvez houvesse algo que ele realmente precisava comprar com esses R$ 25,00 e ele realmente não pedia dinheiro com muita freqüência.
O homem foi para a porta do quarto do menino e abriu a porta.
- "Você está dormindo, meu filho?", Ele perguntou.
- "Não pai, estou acordado", respondeu o garoto.
- "Eu estive pensando, talvez eu tenha sido muito
duro com você a pouco?", afirmou o homem.
"Tive um longo dia e acabei descarregando em você.
Aqui estão os R$ 25 que você me pediu."
O menino se levantou sorrindo.
"Oh, obrigado pai!" gritou. Então, chegando em seu travesseiro ele puxou alguns trocados amassados.
O homem viu que o menino já tinha algum dinheiro, e começou a se enfurecer novamente.
O menino lentamente contou o seu dinheiro , em seguida olhou para seu pai.
- "Por que você quer mais dinheiro se você já tinha?" - Gruniu o pai.
- "Porque eu não tinha o suficiente, mas agora eu tenho", respondeu o menino.
- "Papai, eu tenho R$ 50 agora. Posso comprar uma hora do seu tempo? Por favor, chegue em casa mais cedo amanhã. Eu gostaria de jantar com você."
O pai foi destroçado...
Ele colocou seus braços em torno de seu filho, e pediu o seu perdão.
É apenas uma pequena lembrança a todos nós que trabalhamos arduamente na vida.
Não devemos deixar escorregar através dos nossos dedos o tempo sem ter passado algum desse tempo com aqueles que realmente importam para nós, os que estão perto de nossos corações.
Não se esqueça de compartilhar esses R$ 50 no valor do seu tempo com alguém que você ama.
Se morrermos amanhã, a empresa para a qual estamos trabalhando, poderá facilmente substituir-nos em uma questão de horas.
Mas a família e amigos que deixamos para trás irão sentir essa perda para o resto de suas vidas.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Homicídios dolosos sobem 17% nos Campos Gerais
A delegada Tânia Maria Sviercoski esclareceu 100% dos assassinatos ocorridos em Piraí do Sul.
A taxa de assassinatos na região dos Campos Gerais cresceu 17% entre janeiro a outubro deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. A informação faz parte de um levantamento divulgado na última semana pela seção técnica do Instituto Médico Legal com sede em Ponta Grossa. Em números absolutos, em 10 meses de 2010 ocorreram 195 homicídios dolosos, contra 167 registrados em 2009. Autoridades da área de segurança afirmam que a intensificação de operações integradas, entre outros objetivos, objetiva a redução deste índice.
Neste ano, segundo apontamento do IML, março foi o mês mais violento com 33 assassinatos. Também se destacam neste ranking da violência os meses de fevereiro (25) e janeiro (20). “O primeiro trimestre teve as maiores altas dos crimes contra a vida”, analisa o delegado Marcus Vinícius Sebastião, do 2º DP de Ponta Grossa e responsável pela Delegacia de Carambeí. Os menores índices foram verificados em abril (13) e agosto (16). Em maio aconteceram 21 mortes; junho 18; julho 17 e outubro também 17.
Fonte: Jornal da Manhã
A taxa de assassinatos na região dos Campos Gerais cresceu 17% entre janeiro a outubro deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. A informação faz parte de um levantamento divulgado na última semana pela seção técnica do Instituto Médico Legal com sede em Ponta Grossa. Em números absolutos, em 10 meses de 2010 ocorreram 195 homicídios dolosos, contra 167 registrados em 2009. Autoridades da área de segurança afirmam que a intensificação de operações integradas, entre outros objetivos, objetiva a redução deste índice.
Neste ano, segundo apontamento do IML, março foi o mês mais violento com 33 assassinatos. Também se destacam neste ranking da violência os meses de fevereiro (25) e janeiro (20). “O primeiro trimestre teve as maiores altas dos crimes contra a vida”, analisa o delegado Marcus Vinícius Sebastião, do 2º DP de Ponta Grossa e responsável pela Delegacia de Carambeí. Os menores índices foram verificados em abril (13) e agosto (16). Em maio aconteceram 21 mortes; junho 18; julho 17 e outubro também 17.
Fonte: Jornal da Manhã
sábado, 20 de novembro de 2010
Aluna agride professor em sala de aula no Paraná
As cenas de violência aconteceram dentro de uma escola estadual, em Jacarezinho, no Paraná. A direção da escola informou que abriu investigação interna pra decidir se vai ou não punir a estudante.
Na escola, o assunto correu de boca em boca e de celular pra celular. Alunos mostram e falam que logo depois que aconteceu já foram distribuindo.
Casos de agressões dentro da escola costumam vir a público apenas por relatos das vítimas. Mas o de um colégio tem o reforço dramático de sons e imagens gravados com um celular por um aluno que estava no fundo da sala.
Professor -- fala como um bom ser humano!
Aluna -- você que é um cavalo, um jumento!
A aluna continua xingando o professor e, quando tudo parecia mais calmo, ela se levanta e atira a carteira em cima dele. O professor, de 47 anos, há 23 na profissão, diz que só havia pedido silêncio à aluna e que ela se exaltou. “Essa atitude não deve servir de exemplo”.
A aluna, de 17 anos, está no segundo ano do ensino médio e continua frequentando as aulas. A direção da escola informou que abriu investigação interna pra decidir se vai ou não punir a estudante.
G1/Globo.com
Na escola, o assunto correu de boca em boca e de celular pra celular. Alunos mostram e falam que logo depois que aconteceu já foram distribuindo.
Casos de agressões dentro da escola costumam vir a público apenas por relatos das vítimas. Mas o de um colégio tem o reforço dramático de sons e imagens gravados com um celular por um aluno que estava no fundo da sala.
Professor -- fala como um bom ser humano!
Aluna -- você que é um cavalo, um jumento!
A aluna continua xingando o professor e, quando tudo parecia mais calmo, ela se levanta e atira a carteira em cima dele. O professor, de 47 anos, há 23 na profissão, diz que só havia pedido silêncio à aluna e que ela se exaltou. “Essa atitude não deve servir de exemplo”.
A aluna, de 17 anos, está no segundo ano do ensino médio e continua frequentando as aulas. A direção da escola informou que abriu investigação interna pra decidir se vai ou não punir a estudante.
G1/Globo.com
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
O Papai Noel Pessuti nomeou 643 funcionários
O deputado estadual Ademar Traiano (PSDB), líder do PSDB na Assembleia e integrante da equipe de transição do governador eleito Beto Richa, ficou espantado com o número de nomeações feitas pelo governador Orlando Pessuti desde que assumiu o governo, em abril deste ano. Na procura do decreto que dá crédito de 9% de ICMS às usinas de álcool, Traiano e sua equipe descobriram que, estranhamente, para um período de fim de governo, a atual administração do Executivo nomeou 835 funcionários em cargos de comissão de 1 de abril a 11 de novembro, período no qual foram exonerados apenas 189 funcionários. Em outubro, por exemplo, foram 69 nomeações, contra 11 exonerações. Em novembro, até o dia 11, Pessuti contratou 14 funcionários – e exonerou 2.
“O que faz um funcionário contratado para trabalhar apenas dois, três meses? A não ser que sejam mantidos pelo próximo governo, o que não acredito, pois são cargos em confiança, apenas aumentam as despesas e o buraco da dívida que este governo está deixando”, disse Traiano. Ele lembra que todos estes funcionários tem direito a férias proporcionais e décimo terceiro salário. “O governador está dando presente de Natal com o dinheiro da população”, disse o deputado.
Blog: Politica em debate
“O que faz um funcionário contratado para trabalhar apenas dois, três meses? A não ser que sejam mantidos pelo próximo governo, o que não acredito, pois são cargos em confiança, apenas aumentam as despesas e o buraco da dívida que este governo está deixando”, disse Traiano. Ele lembra que todos estes funcionários tem direito a férias proporcionais e décimo terceiro salário. “O governador está dando presente de Natal com o dinheiro da população”, disse o deputado.
Blog: Politica em debate
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Klabin expande Unidade Monte Alegre
A Secretaria Municipal do Trabalho e Indústria Convencional de Telêmaco Borba (SMTIC) conduziu cerca de 20 empresários do Distrito Industrial para ver de perto a expansão ocorrida na Klabin, Unidade Monte Alegre com o projeto MA-1100. Na visita técnica, a SMTIC e a empresa Klabin – Fabricadora de Papel e Celulose debateram os grandes desafios tecnológicos implementados após o Projeto MA-1100. Sistema Mecanizado de Colheita Florestal, preparo da madeira, a Máquina 9 foram demonstrados aos empresários e industriários do Distrito Industrial, especialmente após o projeto de expansão inaugurado em setembro de 2008.
A Klabin, empresa brasileira de 111 anos, é a maior produtora de papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado e sacos industriais do Brasil, além de ser a maior produtora de toras para serrarias e laminadoras. É também a maior recicladora de papéis e a principal exportadora do setor no País.
Durante terça-feira (16/11), os executivos conheceram a Unidade que emprega cerca de cinco mil colaboradores diretos e indiretos. Também assistiram a uma palestra ministrada por José Valmir Calori, gerente comercial de Madeira e Fomento Florestal, que destacou a importância da unidade, que constitui a maior fábrica de papéis do País e a maior fábrica de papéis para embalagens da América Latina.
A Unidade Monte Alegre tem capacidade atual de produção de 1.100 mil toneladas/ano. Vale lembrar que tudo começou em 1946, com a produção de celulose e papel numa escala inédita para o Brasil à época.
Houve inúmeras visitas a campo, com saída do Centro de Interpretação da Natureza (CINAT) até às áreas verdes onde se pôde conferir o sistema de manejo florestal em mosaico da companhia, que consiste em plantios de pínus e eucaliptos entremeados por matas nativas preservadas, além do Programa de Fomento Florestal incentivado pela empresa e ainda o Programa de Matas Legais que orienta produtores rurais a planejarem suas propriedades em atendimento à legislação ambiental.
Para o secretário municipal Joalmir Pucci, foi demonstrado o que, para ele, é um orgulho. “Resultado do trabalho bem feito que executamos na Prefeitura desde 1993, que é manifestado pela qualidade da madeira e parceria completa que dá certo – Poder Público e iniciativa privada”, destacou. Lembrando que a Agência do Trabalhador também esteve representada.
Agora, segundo ele, a intenção é promover crescimento regional num trabalho conjunto, com a verticalização do processo já existente e produtivo que há em Telêmaco Borba – a madeira com sustentabilidade.
Ao final, empresários e integrantes da SMTIC verificaram todo o processo produtivo da Klabin, entre outras áreas como o herbário e a Fitoterapia, primeiro programa do mundo com certificação FSC em relação ao manejo de plantas medicinais e cadeia de custódia de produtos não madeireiros.
Roberto de Araújo Neto, engenheiro químico da Forest Paper, assinalou a parte de visitação florestal. “Conhecer as áreas produtivas e de fomento foram muito importantes”, garantiu. Já, Vanessa Colmanm da Revita acrescentou à fala. “Temos que saber o que existe de bom na cidade em que vivemos, a gente mora aqui, e esse conhecimento é essencial”.
Para o engenheiro de produção da ScanCom, Giovane Freitas, a indústria compra toda a matéria-prima da Klabin, direto no pátio. “Comercializamos perto de 9 mil toneladas/mês, processamos a madeira e exportamos para o Vietnã, produção de móveis para jardim”, resumiu citando conhecimento que obteve a mais, desde a matéria-prima, como é feita a extração, árvores, colheita, características altamente importantes da cadeia produtiva que deverá chegar ainda mais na região, às cidades circunvizinhas.
Todas as ações foram aplaudidas pela coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento da Mec Prec, Sílvia Leite de Campos. “Um verdadeiro desenvolvimento sustentável, com melhorias econômicas, sociais, ambientais, enfim, um ciclo completo”, comentou Silvia.
Para José Valmir Calori, gerente comercial de Madeira e Fomento Florestal da Klabin, “a política comercial da empresa aliada à competência dos empresários do Distrito Industrial fez com que o Pólo de Telêmaco Borba passasse pela crise econômica mundial de forma equilibrada”, garante. O gerente parabenizou todos os executivos do Distrito, a Prefeitura/Secretaria Municipal do Trabalho e Indústria Convencional (SMTIC), na pessoa do Secretário, Joa Pucci e colaboradores que tomaram conhecimento sobre os benefícios ambientais trazidos com o Projeto de Expansão MA-1100, entre outros.
POLO MADEIREIRO
Desde 1993, com a parceria Klabin, Prefeitura Municipal, o Serviço Nacional da Indústria (Senai) e o Centro de Tecnologia da Madeira e do Mobiliário (Cetmam) foi criado o Polo Madeireiro em Telêmaco Borba, que atraiu mais de 60 indústrias para a região, com a criação de aproximadamente 3.500 empregos. Apenas uma delas, a Braslumber Indústria de Molduras Ltda., mantém 1.010 funcionários diretos. Nos últimos sete anos, a receita do município mais que dobrou e a arrecadação de ICMS cresceu cerca de 70% no mesmo período. A Klabin abastece quase integralmente o polo de Telêmaco, cujas empresas – entre serrarias e laminadoras – exportam quase 100% de sua produção.
CADEIA PRODUTIVA - A cadeia produtiva estabelecida a partir da Unidade Monte Alegre abastece todas as unidades da Klabin, de onde partem produtos para mais de 60 países em todos os continentes.
Saiba mais sobre o Projeto de Expansão MA-1100
Em 2006, a Klabin iniciou o “Projeto de Expansão MA-1100”, o maior já realizado pela empresa em seus 111 anos de existência. Seu objetivo foi ampliar a capacidade de produção total da empresa de 1,6 milhão de toneladas anuais de papéis para 2 milhões de toneladas. O investimento realizado na expansão da Unidade de Monte Alegre da Klabin, localizada em Telêmaco Borba (PR), foi de cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo mais de R$ 300 milhões em meio ambiente. Mais de 24 mil profissionais foram envolvidos no projeto. Com a inauguração da expansão, em 2008, o projeto colocou a Unidade, atualmente a maior fábrica de papéis do Brasil, entre as 10 maiores fábricas de papel do mundo e entre os seis maiores fabricantes globais de cartões de fibras virgens (fibras não recicladas). Uma nova máquina de papel (a MP9, de última geração e até o momento a mais moderna do mundo) foi instalada na unidade, duplicando a produção de papelcartão. O equipamento mede 250 metros de comprimento, por 7 metros de largura de tela, capaz de produzir 350 mil toneladas do produto por ano. Desde 1996 não se instalava uma máquina deste porte no mundo para a produção de papelcartão de fibras virgens
Para abrigar a MP9, foi construído um novo prédio de 300 metros de comprimento, e foram instaladas uma nova caldeira de biomassa (que também integrou os investimentos ambientais da Klabin no Projeto, e foi capaz de aumentar a capacidade de geração de energia renovável da Unidade Monte Alegre) e outra de recuperação. Com esses dois equipamentos, é possível gerar 700 toneladas de vapor por hora. Uma nova linha de processamento de madeira também foi incorporada, assim como um turbogerador capaz de produzir 71 MW por hora de energia (e, com isso, elevar a 70% a autossuficiência da Unidade) e uma nova planta de produção de polpa de fibra de eucalipto pelo processo CTMP (Chemi-Thermo Mechanical Pulp).
Jornal da Manhã
A Klabin, empresa brasileira de 111 anos, é a maior produtora de papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado e sacos industriais do Brasil, além de ser a maior produtora de toras para serrarias e laminadoras. É também a maior recicladora de papéis e a principal exportadora do setor no País.
Durante terça-feira (16/11), os executivos conheceram a Unidade que emprega cerca de cinco mil colaboradores diretos e indiretos. Também assistiram a uma palestra ministrada por José Valmir Calori, gerente comercial de Madeira e Fomento Florestal, que destacou a importância da unidade, que constitui a maior fábrica de papéis do País e a maior fábrica de papéis para embalagens da América Latina.
A Unidade Monte Alegre tem capacidade atual de produção de 1.100 mil toneladas/ano. Vale lembrar que tudo começou em 1946, com a produção de celulose e papel numa escala inédita para o Brasil à época.
Houve inúmeras visitas a campo, com saída do Centro de Interpretação da Natureza (CINAT) até às áreas verdes onde se pôde conferir o sistema de manejo florestal em mosaico da companhia, que consiste em plantios de pínus e eucaliptos entremeados por matas nativas preservadas, além do Programa de Fomento Florestal incentivado pela empresa e ainda o Programa de Matas Legais que orienta produtores rurais a planejarem suas propriedades em atendimento à legislação ambiental.
Para o secretário municipal Joalmir Pucci, foi demonstrado o que, para ele, é um orgulho. “Resultado do trabalho bem feito que executamos na Prefeitura desde 1993, que é manifestado pela qualidade da madeira e parceria completa que dá certo – Poder Público e iniciativa privada”, destacou. Lembrando que a Agência do Trabalhador também esteve representada.
Agora, segundo ele, a intenção é promover crescimento regional num trabalho conjunto, com a verticalização do processo já existente e produtivo que há em Telêmaco Borba – a madeira com sustentabilidade.
Ao final, empresários e integrantes da SMTIC verificaram todo o processo produtivo da Klabin, entre outras áreas como o herbário e a Fitoterapia, primeiro programa do mundo com certificação FSC em relação ao manejo de plantas medicinais e cadeia de custódia de produtos não madeireiros.
Roberto de Araújo Neto, engenheiro químico da Forest Paper, assinalou a parte de visitação florestal. “Conhecer as áreas produtivas e de fomento foram muito importantes”, garantiu. Já, Vanessa Colmanm da Revita acrescentou à fala. “Temos que saber o que existe de bom na cidade em que vivemos, a gente mora aqui, e esse conhecimento é essencial”.
Para o engenheiro de produção da ScanCom, Giovane Freitas, a indústria compra toda a matéria-prima da Klabin, direto no pátio. “Comercializamos perto de 9 mil toneladas/mês, processamos a madeira e exportamos para o Vietnã, produção de móveis para jardim”, resumiu citando conhecimento que obteve a mais, desde a matéria-prima, como é feita a extração, árvores, colheita, características altamente importantes da cadeia produtiva que deverá chegar ainda mais na região, às cidades circunvizinhas.
Todas as ações foram aplaudidas pela coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento da Mec Prec, Sílvia Leite de Campos. “Um verdadeiro desenvolvimento sustentável, com melhorias econômicas, sociais, ambientais, enfim, um ciclo completo”, comentou Silvia.
Para José Valmir Calori, gerente comercial de Madeira e Fomento Florestal da Klabin, “a política comercial da empresa aliada à competência dos empresários do Distrito Industrial fez com que o Pólo de Telêmaco Borba passasse pela crise econômica mundial de forma equilibrada”, garante. O gerente parabenizou todos os executivos do Distrito, a Prefeitura/Secretaria Municipal do Trabalho e Indústria Convencional (SMTIC), na pessoa do Secretário, Joa Pucci e colaboradores que tomaram conhecimento sobre os benefícios ambientais trazidos com o Projeto de Expansão MA-1100, entre outros.
POLO MADEIREIRO
Desde 1993, com a parceria Klabin, Prefeitura Municipal, o Serviço Nacional da Indústria (Senai) e o Centro de Tecnologia da Madeira e do Mobiliário (Cetmam) foi criado o Polo Madeireiro em Telêmaco Borba, que atraiu mais de 60 indústrias para a região, com a criação de aproximadamente 3.500 empregos. Apenas uma delas, a Braslumber Indústria de Molduras Ltda., mantém 1.010 funcionários diretos. Nos últimos sete anos, a receita do município mais que dobrou e a arrecadação de ICMS cresceu cerca de 70% no mesmo período. A Klabin abastece quase integralmente o polo de Telêmaco, cujas empresas – entre serrarias e laminadoras – exportam quase 100% de sua produção.
CADEIA PRODUTIVA - A cadeia produtiva estabelecida a partir da Unidade Monte Alegre abastece todas as unidades da Klabin, de onde partem produtos para mais de 60 países em todos os continentes.
Saiba mais sobre o Projeto de Expansão MA-1100
Em 2006, a Klabin iniciou o “Projeto de Expansão MA-1100”, o maior já realizado pela empresa em seus 111 anos de existência. Seu objetivo foi ampliar a capacidade de produção total da empresa de 1,6 milhão de toneladas anuais de papéis para 2 milhões de toneladas. O investimento realizado na expansão da Unidade de Monte Alegre da Klabin, localizada em Telêmaco Borba (PR), foi de cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo mais de R$ 300 milhões em meio ambiente. Mais de 24 mil profissionais foram envolvidos no projeto. Com a inauguração da expansão, em 2008, o projeto colocou a Unidade, atualmente a maior fábrica de papéis do Brasil, entre as 10 maiores fábricas de papel do mundo e entre os seis maiores fabricantes globais de cartões de fibras virgens (fibras não recicladas). Uma nova máquina de papel (a MP9, de última geração e até o momento a mais moderna do mundo) foi instalada na unidade, duplicando a produção de papelcartão. O equipamento mede 250 metros de comprimento, por 7 metros de largura de tela, capaz de produzir 350 mil toneladas do produto por ano. Desde 1996 não se instalava uma máquina deste porte no mundo para a produção de papelcartão de fibras virgens
Para abrigar a MP9, foi construído um novo prédio de 300 metros de comprimento, e foram instaladas uma nova caldeira de biomassa (que também integrou os investimentos ambientais da Klabin no Projeto, e foi capaz de aumentar a capacidade de geração de energia renovável da Unidade Monte Alegre) e outra de recuperação. Com esses dois equipamentos, é possível gerar 700 toneladas de vapor por hora. Uma nova linha de processamento de madeira também foi incorporada, assim como um turbogerador capaz de produzir 71 MW por hora de energia (e, com isso, elevar a 70% a autossuficiência da Unidade) e uma nova planta de produção de polpa de fibra de eucalipto pelo processo CTMP (Chemi-Thermo Mechanical Pulp).
Jornal da Manhã
279 pessoas são presas no interior do Paraná em operação da Polícia Civil
Ao todo, 699 mandados de prisão e de busca e apreensão já tinham sido cumpridos. Cerca de 1,2 mil policiais das 20 subdivisões do interior participaram da ação
Uma operação policial foi deflagrada no interior do Paraná pela Polícia Civil para cumprir mandados de prisão que estavam em aberto e também para combater a criminalidade. Segundo a Polícia Civil, 279 pessoas foram presas em todo o Paraná. Dessas, 130 foram presas em flagrante. A Operação Grande Interior teve início na terça-feira (16) e os resultados parciais foram divulgados nesta quinta-feira (18).
O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura, chefe da Divisão Policial do Interior, afirmou que a operação tem o objetivo de combater a criminalidade de uma forma geral, mas que o maior número de prisões foi de pessoas suspeitas de ter ligação com o tráfico de drogas.
Ao todo, 699 mandados de prisão e de busca e apreensão no interior do Paraná já tinham cumpridos. Aproximadamente 1,2 mil policiais civis das 20 subdivisões do interior participam da Operação Grande Interior.
A Polícia Civil informou que a Justiça expediu outros mandados de prisão que devem ser cumpridos nessa quinta-feira.
As regiões em que houve o maior número de prisões foram: Paranavaí (36 prisões), Telêmaco Borba (36), Campo Mourão (31) e Toledo (30), Ponta Grossa (19), Londrina (17), Foz do Iguaçu (16), Jacarezinho (16), Francisco Beltrão (16), Cascavel (13) e Maringá (13).
De acordo com a polícia, foram apreendidos 17 veículos e 43 armas. Com relação a entorpecentes, foram apreendidos 134 quilos de maconha, 246 gramas de crack, 80 gramas de cocaína e 400 gramas de haxixe.
"Mansão do tráfico" em Campo Mourão
A operação também resultou na invasão de uma mansão, em Campo Mourão, que era usada como "quartel general" do tráfico de drogas na cidade. Duas pessoas foram presas e dois cofres encontrados no local foram apreendidos. Apenas um deles foi aberto, no qual foi encontrado dinheiro, munição e certificados de garantia de joias.
Os policiais também encontraram drogas, balanças de precisão, carros e celulares
Gazeta do Povo
Uma operação policial foi deflagrada no interior do Paraná pela Polícia Civil para cumprir mandados de prisão que estavam em aberto e também para combater a criminalidade. Segundo a Polícia Civil, 279 pessoas foram presas em todo o Paraná. Dessas, 130 foram presas em flagrante. A Operação Grande Interior teve início na terça-feira (16) e os resultados parciais foram divulgados nesta quinta-feira (18).
O delegado Luiz Alberto Cartaxo Moura, chefe da Divisão Policial do Interior, afirmou que a operação tem o objetivo de combater a criminalidade de uma forma geral, mas que o maior número de prisões foi de pessoas suspeitas de ter ligação com o tráfico de drogas.
Ao todo, 699 mandados de prisão e de busca e apreensão no interior do Paraná já tinham cumpridos. Aproximadamente 1,2 mil policiais civis das 20 subdivisões do interior participam da Operação Grande Interior.
A Polícia Civil informou que a Justiça expediu outros mandados de prisão que devem ser cumpridos nessa quinta-feira.
As regiões em que houve o maior número de prisões foram: Paranavaí (36 prisões), Telêmaco Borba (36), Campo Mourão (31) e Toledo (30), Ponta Grossa (19), Londrina (17), Foz do Iguaçu (16), Jacarezinho (16), Francisco Beltrão (16), Cascavel (13) e Maringá (13).
De acordo com a polícia, foram apreendidos 17 veículos e 43 armas. Com relação a entorpecentes, foram apreendidos 134 quilos de maconha, 246 gramas de crack, 80 gramas de cocaína e 400 gramas de haxixe.
"Mansão do tráfico" em Campo Mourão
A operação também resultou na invasão de uma mansão, em Campo Mourão, que era usada como "quartel general" do tráfico de drogas na cidade. Duas pessoas foram presas e dois cofres encontrados no local foram apreendidos. Apenas um deles foi aberto, no qual foi encontrado dinheiro, munição e certificados de garantia de joias.
Os policiais também encontraram drogas, balanças de precisão, carros e celulares
Gazeta do Povo
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Final do TOP BLOG 2010
O blog Fique por dentro Jaguariaíva concorreu ao prêmio Top Blog 2010, que premia os melhores blogs nacionais. O blog ficou entre os 30 melhores classificados da categoria política, entre os 1267 concorrentes que começaram no Top blog.
O prêmio
O Top Blog é um sistema interativo de incentivo cultural destinado a reconhecer e premiar, mediante a votação popular e acadêmica (júri acadêmico) os blogs brasileiros mais populares, que possuam a maior parte de seu conteúdo focado para o público brasileiro, com melhor apresentação técnica específica a cada grupo (pessoal, profissional e corporativo).
Quero deixar aqui meu sincero agradecimento aos que já votaram neste blog, isso estimula nosso trabalho. Obrigado
Os 30 mais votados na categoria Política
Blog da BOVAP - Bolsa de Valores Políticos
Os três finalista da categoria Politica Pessoal foram:
BLOG DA DILMA
Página Internacional
to-deolho
*exibida em ordem alfabética.
Os três finalista da categoria Politica Profissional foram:
Blog do Alvaro Dias
JPSDB-RS
Visão Panorâmica
*exibida em ordem alfabética.
TOP3 “Os Finalistas” será por júri popular e acadêmico. Os resultados das colocações (TOP1, TOP2 e TOP3) serão divulgados dia 18 de dezembro na cerimônia de entrega dos prêmios, realizada pela organização do TOPBLOG Prêmio, na cidade de São Paulo.
O prêmio
O Top Blog é um sistema interativo de incentivo cultural destinado a reconhecer e premiar, mediante a votação popular e acadêmica (júri acadêmico) os blogs brasileiros mais populares, que possuam a maior parte de seu conteúdo focado para o público brasileiro, com melhor apresentação técnica específica a cada grupo (pessoal, profissional e corporativo).
Quero deixar aqui meu sincero agradecimento aos que já votaram neste blog, isso estimula nosso trabalho. Obrigado

Os 30 mais votados na categoria Política
Blog da BOVAP - Bolsa de Valores Políticos
BLOG DA DILMA
BLOG DA OEAA
Blog do Alvaro Dias
Blog do Campbell
Blog do Custodio Campos
Blog do Fábio Rodrigues
BLOG DO LOBO
Blog do Tsavkko - The Angry Brazilian
Blog do Wallace
Caminhando Sem Parar
Carta & Crônica
ContextoLivre
Falando Francamente
Fique por Dentro Jaguariaiva
iranpas produção cultural formação plolitica assessoria sindical
JPSDB-RS
Olho aberto Paraná
Olhos do Sertão
Página Internacional
Política Externa
Política Visão Jovem
Programa Doxologia
Quem tem medo do Lula?
Reading the world
Seu Anônimo
to-deolho
Transparência Angra
Travessia
Visão Panorâmica
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Os três finalista da categoria Politica Profissional foram:
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*exibida em ordem alfabética.
TOP3 “Os Finalistas” será por júri popular e acadêmico. Os resultados das colocações (TOP1, TOP2 e TOP3) serão divulgados dia 18 de dezembro na cerimônia de entrega dos prêmios, realizada pela organização do TOPBLOG Prêmio, na cidade de São Paulo.
Paraná lidera casos de problemas notificados no Enem
O Estado do Paraná concentra, até agora, o maior número de casos de problemas notificados durante a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A checagem das atas das salas onde foi realizada a prova vai orientar o Ministério da Educação (MEC) a dimensionar a quantidade de alunos prejudicados e definir a data da nova avaliação. “É um trabalho de garimpagem, de sala por sala, e assim convocaremos (esses alunos) para a prova, sem prejuízo ao calendário universitário”, afirmou ontem o ministro Fernando Haddad, ao falar à Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.
O processamento das 128 mil atas é rápido, disse Haddad. Segundo ele, embora a maioria delas não revele ocorrências, o trabalho está sendo feito com cautela, “para que não escape nada”. O MEC espera que a análise seja concluída nos próximos dias, para que a data da reaplicação parcial do Enem seja anunciada na semana seguinte. De acordo com o ministro, o novo Enem será custeado pela gráfica RR Donnelley, que assumiu a responsabilidade por falhas na impressão.
Além do Paraná, foram informados problemas com alunos de Sergipe, Distrito Federal, Pernambuco, Minas Gerais e Santa Catarina. Haddad disse que não há um número preliminar de pessoas que serão convocadas para refazer o Enem, mas o governo mantém a estimativa de que esse grupo represente 0,1% dos cerca de 3,3 milhões de alunos que se submeteram à avaliação.
“O universo parece circunscrito. É, portanto, factível aplicar agora em dezembro um novo exame a esses estudantes, o que permitirá ao MEC divulgar o resultado no prazo combinado às universidades”, afirmou. O consórcio Cespe/Cesgranrio, responsável pela aplicação do Enem, é capaz de corrigir cerca de 100 mil provas por dia, disse o ministro. O MEC pretende informar as notas até 15 de janeiro de 2011.
Consórcio. Ao Estado, o Cespe informou que “todo o material relativo à aplicação do Enem 2010 está sendo processado em área de segurança e em total sigilo” e que destacou equipes “somente para analisar o material de aplicação de provas”. “O Cespe/UnB está trabalhando para concluir essa checagem o mais rápido possível”, afirmou a assessoria.
A Cesgranrio, por sua vez, disse que o trabalho “ainda está em andamento” e que “parte das informações (...) já foi informada para o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, responsável pela organização da prova)”.
Problemas. Durante a audiência da comissão, o ministro Fernando Haddad admitiu que o Enem sempre enfrentou “problemas tópicos”. Lembrou ainda que em outros anos mais de uma prova foi aplicada, como em 2009, quando foram realizadas três diferentes avaliações. Questionado pela imprensa se continuaria no cargo no governo de Dilma Rousseff, respondeu: “Qualquer resposta a essa pergunta é deselegante com a presidente. Eu não vou cometer essa indelicadeza”.
O Estado de S. Paulo
O processamento das 128 mil atas é rápido, disse Haddad. Segundo ele, embora a maioria delas não revele ocorrências, o trabalho está sendo feito com cautela, “para que não escape nada”. O MEC espera que a análise seja concluída nos próximos dias, para que a data da reaplicação parcial do Enem seja anunciada na semana seguinte. De acordo com o ministro, o novo Enem será custeado pela gráfica RR Donnelley, que assumiu a responsabilidade por falhas na impressão.
Além do Paraná, foram informados problemas com alunos de Sergipe, Distrito Federal, Pernambuco, Minas Gerais e Santa Catarina. Haddad disse que não há um número preliminar de pessoas que serão convocadas para refazer o Enem, mas o governo mantém a estimativa de que esse grupo represente 0,1% dos cerca de 3,3 milhões de alunos que se submeteram à avaliação.
“O universo parece circunscrito. É, portanto, factível aplicar agora em dezembro um novo exame a esses estudantes, o que permitirá ao MEC divulgar o resultado no prazo combinado às universidades”, afirmou. O consórcio Cespe/Cesgranrio, responsável pela aplicação do Enem, é capaz de corrigir cerca de 100 mil provas por dia, disse o ministro. O MEC pretende informar as notas até 15 de janeiro de 2011.
Consórcio. Ao Estado, o Cespe informou que “todo o material relativo à aplicação do Enem 2010 está sendo processado em área de segurança e em total sigilo” e que destacou equipes “somente para analisar o material de aplicação de provas”. “O Cespe/UnB está trabalhando para concluir essa checagem o mais rápido possível”, afirmou a assessoria.
A Cesgranrio, por sua vez, disse que o trabalho “ainda está em andamento” e que “parte das informações (...) já foi informada para o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, responsável pela organização da prova)”.
Problemas. Durante a audiência da comissão, o ministro Fernando Haddad admitiu que o Enem sempre enfrentou “problemas tópicos”. Lembrou ainda que em outros anos mais de uma prova foi aplicada, como em 2009, quando foram realizadas três diferentes avaliações. Questionado pela imprensa se continuaria no cargo no governo de Dilma Rousseff, respondeu: “Qualquer resposta a essa pergunta é deselegante com a presidente. Eu não vou cometer essa indelicadeza”.
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